Published February 15, 2026 | Version v1
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Implementação da educação inclusiva para estudantes neurodivergentes na escola comum: barreiras operacionais, condições institucionais e critérios de efetividade

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Objeto de estudo: este artigo examinou a implementação da educação inclusiva para 
estudantes neurodivergentes na escola comum, com ênfase em barreiras operacionais, 
condições institucionais e organização de apoios que condicionaram a efetividade da inclusão. 
Objetivo: analisar como exigências normativas e diretrizes educacionais se relacionaram a 
práticas e rotinas escolares capazes de sustentar participação e aprendizagem, evitando que a 
inclusão se reduzisse à matrícula. Metodologia: realizou-se pesquisa qualitativa de natureza 
bibliográfica e documental, com leitura analítica e categorização temática de instrumentos 
normativos, relatórios oficiais e estudos empíricos recentes, conforme procedimentos de 
pesquisa documental e bibliográfica. Resultados: identificaram-se três eixos críticos: (i) 
docência como variável operacional, fortemente influenciada por formação e suporte; (ii) 
organização escolar como condição de continuidade, com destaque para fluxos de apoio, 
registro e acompanhamento; e (iii) integração entre ensino comum e apoios especializados 
como requisito de efetividade, com limitação quando o suporte operou de forma paralela ao 
currículo. Discussão: os achados foram interpretados como evidência de que a inclusão 
depende de capacidade institucional e governança, em linha com compromissos internacionais 
e com a necessidade de monitoramento para além do acesso formal. Considerações finais: 
concluiu-se que a inclusão efetiva exigiu processos estáveis, responsabilidades distribuídas e 
mecanismos de acompanhamento orientados à participação e à aprendizagem, reduzindo 
improviso e precariedade pedagógica.

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IMPLEMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA PARA ESTUDANTES NEURODIVERGENTES NA ESCOLA COMUM.pdf