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Published August 16, 2024 | Version v1
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Mísseis Antinavio e Negação do Uso do Mar: o que o Brasil pode aprender com o caso de Taiwan?

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O que o Brasil pode aprender com o caso de Taiwan no tocante ao desenvolvimento e aquisição de mísseis antinavio em sua construção de capacidade de negação do uso do mar? O atual cenário internacional é caracterizado pela proliferação de opções internacionais de mísseis antinavio, o que dificulta a projeção de poder sob o mar, estruturando o que autores como Posen chamam de desafios de acesso. A inserção da América Latina e Caribe como um tabuleiro estratégico para as grandes potências, confronta países como o Brasil com o desafio de aprimorar as suas capacidades de negação do uso do mar. O Brasil vem desenvolvendo e adquirindo mísseis antinavio como parte essencial da construção do seu poder naval. A partir desse contexto, o artigo lança mão da literatura especializada sobre Poder Naval e Antiacesso e Negação de Área, com ênfase na negação do uso do Mar. Metodologicamente, o artigo parte do enfoque qualitativo, estruturado à luz do estudo do caso de Taiwan com um recorte temporal dos anos de 2016 a 2023. A coleta de dados foi realizada através de relatórios de Think Tanks como IISS, CSIS, ISW e em documentos oficiais. A análise dos dados segue o enquadramento analítico de Biddle e Oelrich. Com base na análise do caso de Taiwan, o artigo tem como hipótese de trabalho que o desenvolvimento e aquisição de mísseis antinavio, como o MANSUP-ER, possuem efeito causal direto na construção da capacidade de negação do uso do mar.

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