Published December 31, 2018 | Version v1
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Chamaecrista rotundifolia var. grandiflora H. S. Irwin & Barneby, Mem.

Description

1.6 Chamaecrista rotundifolia var. grandiflora (Benth.) H.S. Irwin & Barneby, Mem. New York Bot. Gard. 35: 732. 1982.

Ervas, ca. 20 cm alt.; ramos puberulentos a tomentosos, inermes. Estípulas 4-6 × 2,2 mm, cordadas a triangulares, livres, persistentes. Folhas paripinadas, 2-folioladas; pecíolos 3-5 mm compr., esparso- pubescentes; folíolos 25 × 13-14 mm, obovados, base oblíqua, ápice arredondado, margem inteira, face adaxial glabra, face abaxial esparso-puberulenta a pubescente; nectários foliares ausentes. Flores solitárias, axilares, zigomorfas, pentâmeras, não ressupinadas; cálice dialissépalo, pentâmero, 11-12 × 1,5-2 mm, sépalas lanceoladas, verdes a castanhas, esparso-tomentosas; corola dialipétala, pentâmera, 4 pétalas externas 13 × 4 mm, vexilar interna 11 × 3,7 mm, oblongas, amarelas; estames 5, livres, 5,5-13 mm compr., heterodínamos; anteras uniformes, 3,4-12,3 mm, poricidas; estaminódios 3-4; ovário ca. 15 mm compr., séssil, puberulento; estilete ca. 0,2 mm compr., glabro. Legumes 3,2-3,8 × 0,4-6 cm, puberulentos a esparso-puberulentos, elasticamente deiscentes. Sementes 9-16, retangulares, 2,5-3 × 1,4-1,5 mm, castanhas.

Este táxon ocorre em Honduras, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Paraguai, Argentina, Bolívia e Brasil (Irwin & Barneby 1982), onde pode ser encontrada nas regiões Nordeste (AL, BA, CE, PB, PE, PI, SE), Centro-Oeste (GO, MS, MT), Sudeste (ES, RJ, SP) e Sul (PR). Habita os Domínios Fitogeográficos da Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica (BFG 2015, material suplementar). No PNMJ ocorre em Mangue Degradado e Área Antropizada, sendo este o primeiro registro de sua ocorrência para o Parque. Coletada com flores em fevereiro, março, agosto e frutos em março e outubro.

São características deste táxon as folhas bifolioladas, com os folíolos maiores que 1 cm de comprimento. Diferencia-se de Chamaecrista rotundifolia var. rotundifolia pelo tamanho da flor, que é menor na variedade típica: cálice (11-12 mm compr. vs. 2,2-2,5 mm compr.), pétalas (11-14 mm compr. vs. 3,4-3,8 mm compr.) e estames (5,5-13 mm compr. vs. ca. 2,7 mm compr.).

Material examinado: BRASIL, ESPÍRITO SANTO, Vila Velha, Parque Natural Municipal de Jacarenema, 16.II.2012, L. A. Silva s/nº (VIES); 1.III.2012, L. A. Silva 103 (VIES) 18.III.2012, L. A. Silva et al. 113 (VIES); 18.III.2012, L. A. Silva et al. 114 (VIES); 18.III.2012 L. A. Silva et al. 118 (VIES); 29.VIII.2012, L. A. Silva & R. T. Valadares 241 (VIES).

Notes

Published as part of Silva, Lucas, Thomaz, Luciana Dias & Dutra, Valquíria Ferreira, 2018, Leguminosae no Parque Natural Municipal de Jacarenema, Vila Velha, Espírito Santo, Brasil, pp. 261-289 in Iheringia, Série Botânica 73 (3) on page 271, DOI: 10.21826/2446-8231201873305, http://zenodo.org/record/10950818

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Linked records

Additional details

Biodiversity

Collection code
L, A , R, T , VIES , VIES, L, A
Event date
2012-02-16 , 2012-03-01 , 2012-03-18 , 2012-08-29
Verbatim event date
2012-02-16 , 2012-03-01 , 2012-03-18 , 2012-08-29
Scientific name authorship
H. S. Irwin & Barneby, Mem.
Kingdom
Plantae
Phylum
Tracheophyta
Order
Fabales
Family
Fabaceae
Genus
Chamaecrista
Species
grandiflora
Taxon rank
variety

References

  • Irwin, H. S. & Barneby, R. C. 1982. The American Cassiinae - A synoptical revision of Leguminosae - Tribe Cassieae subtribe Cassiinae in the New World. Memoirs of the New York Botanical Garden 35: 1 - 918.