Mansoa difficilis Bureau & K. Schum., Fl. Bras.
Authors/Creators
- 1. Universidade Federal Rural de Pernambuco, Departamento de Biologia, Rua D. Manoel de Medeiros, s / n, CEP 52171 - 900, Recife, PE, Brasil.
- 2. Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Biociências, Av. Moraes Rego, s / n, Cidade Universitária, CEP 50670 - 420, Recife, PE, Brasil.
- 3. Universidade de São Paulo, Instituto de Biociências, Departamento de Botânica, Rua do Matão, trav. 14, n. º 321, Cidade Universitária, CEP 05508 - 090, São Paulo, SP, Brasil.
- 4. Universidade Estadual da Paraíba, Centro de Ciências Biológicas e da SaÚde, Departamento de Biologia, Av. das BaraÚnas, 351, Bairro Universitário, CEP 58429 - 500, Campina Grande, PB, Brasil.
Description
9.1 Mansoa difficilis (Cham.) Bureau & K. Schum., Fl. Bras. 8(2): 201. 1896.
(Figs. 5 H; 6 P)
Liana, 2,0−4,0 m compr.; ramos cilíndricos, estriados, lenticelas presentes, glabros; profilos das gemas axilares reduzidos, não foliáceos. Folhas 2-3-folioladas, com o folíolo terminal geralmente modificado em gavinha trífida, discos adesivos ausentes; pecíolo 0,6−3,0 cm compr.; peciólulos 0,4−2,8 cm compr.; folíolos concolores, cartáceos, ovais a elípticos, base truncada a arredondada, ápice agudo, 1,5−10,3 × 0,5−5,7 cm, margem inteira, glabros em ambas faces. Inflorescência em tirso, axilar, pubescente, tricomas simples. Cálice verde, cupular, 5-denteado, 0,6−0,8 × 0,3−0,4 cm, pubescente, tricomas simples; corola lilás, membranácea, infundibuliforme, 3,5−7,3 × 0,8−1,3 cm, externamente pubescente, tricomas simples; androceu com estames insertos, anteras 0,3 cm compr., glabras, filetes maiores 2.6−2.8 cm compr., filetes menores 1,9−2,0 cm compr., estaminódio 0,5 cm compr.; gineceu com ovário ca. 0,3 cm compr., glabro, lepidoto, estilete ca. 4,0 cm compr.; disco nectarífero anelar. Cápsula coriácea, linear, inflada, base e ápice arredondados, ca. 13,5−28,0 cm compr., estriada longitudinalmente, lenticelas esparsas, sem alas laterais, glabra; sementes não vistas.
Distribuição: Mansoa difficilis distribui-se pelas florestas úmidas do Paraguai, Argentina, Bolívia e Brasil (Lohmann & Taylor 2014). No Brasil ocorre em toda a costa brasileira, do Maranhão ao Rio Grande do Sul e nos estados do Amazonas e Amapá, onde ocorre em florestas secas, Cerrado e Mata Atlântica (Lohmann et al. 2020). Na Paraíba foi encontrada no interior de mata úmida no domínio da Mata Atlântica.
Fenologia: Foi coletada com flores em julho e outubro, e com frutos em outubro.
Comentários taxonômicos: Mansoa difficilis pode ser reconhecida pelo cheiro de alho em toda a planta, pelas gavinhas trífidas e cálices cupulares, 5-denteados.
Material examinado: BRASIL. PARAÍBA: Lagoa Seca, 18.VII.2015, fl., S.L. Costa, I.J.N. Brito & T.S. Silva 15 (HACAM).
Material adicional examinado: BRASIL. MINAS GERAIS: Ouro Preto, 16.X.2006, fl. e fr., R.S. Araújo 34 (VIC).
Notes
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Additional details
Identifiers
Biodiversity
- Scientific name authorship
- Bureau & K. Schum., Fl. Bras.
- Kingdom
- Plantae
- Phylum
- Tracheophyta
- Order
- Lamiales
- Family
- Bignoniaceae
- Genus
- Mansoa
- Species
- difficilis
- Taxon rank
- species
References
- Lohmann, L. G. & Taylor, C. M. 2014. A new generic classification of Tribe Bignonieae (Bignoniaceae). Annals of the Missouri Botanical Garden, 99 (3): 348 - 489.
- Lohmann, L. G et al. 2020. Bignoniaceae in Flora do Brasil 2020 em construcao. Jardim Botanico do Rio de Janeiro, Disponivel em: <http: // floradobrasil. jbrj. gov. br / reflora / floradobrasil / FB 112305>.