Published December 28, 2022 | Version v1
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A Cidade como Currículo: escutas com imagens e sons compõem novas narrativas

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Segundo Jan Gehl, a simples atividade de ver e ouvir é a mais comum e mais importante forma de contato entre as pessoas no espaço público. Ao longo da história fomos nos tornando seres lineares, frontais, horizontais, movendo-nos a 5 km por hora. Para Schafer as sociedades evoluem para sons constantes das metrópoles e perdemos a capacidade de escuta de longas distâncias. Já Certeau, vem nos lembrar que autores anônimos se manifestam nos cotidianos, em narrativas inviabilizadas -os habitantes. Lina Bo Bardi foi uma arquiteta que soube escutar os habitantes. Três artistas leem suas obras por meio de ilustrações. Para nós da formação docente, na linha dos cotidianos, em contato com essas imagens, percebemos narrativas dos habitantes nas obras das ilustradoras e da homenageada, sobre os sonhos à cidade. Neste artigo discuto potencias de criação propondo sonoridades para ‘versentirouviragirpensar’ a cidade, como intervenção às releituras, veiculadas em podcast- um experimento.

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