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Published December 20, 2022 | Version v1
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ESTUDO TEMPORAL DA EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CASOS E DE ÓBITOS POR COVID-19 EM ITAJAÍ-SC, DE MARÇO DE 2020 A FEVEREIRO DE 2022.

  • 1. ESCOLA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, CURSO DE BIOMEDICINA, UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ | UNIVALI, ITAJAÍ, BRASIL
  • 2. ESCOLA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, CURSO DE FARMÁCIA, UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ | UNIVALI, ITAJAÍ, BRASIL
  • 3. ESCOLA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, CURSOS DE BIOMEDICINA E FARMÁCIA, UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ | UNIVALI, ITAJAÍ, BRASIL

Description

A COVID-19 é uma doença infectocontagiosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, transmitida através do contato entre indivíduos contaminados, gotículas ou aerossol. As opções efetivas de tratamento para a COVID-19 são escassas e de alto custo até o momento e a prevenção se dá por meio de vacinas, distanciamento social e uso de máscaras.  O objetivo desse trabalho foi analisar a evolução dos casos e dos óbitos por COVID-19 na cidade de Itajaí, Santa Catarina, no período de março de 2020 a fevereiro de 2022, a partir de dados disponibilizados pela Prefeitura de Itajaí e pelo Google Mobility Reports. Durante o período analisado, foram registrados em Itajaí 44.935 casos confirmados, 43.627 indivíduos curados e 847 óbitos, sendo que 89,7% possuíam algum tipo de comorbidade como hipertensão (29,0%), diabetes (20,9%), cardiopatia (15,7%) e obesidade (14,2%). O predomínio de casos confirmados foi no sexo feminino (51,9%), enquanto o de óbitos foi no sexo masculino (58,0%). A faixa etária mais atingida em relação aos óbitos foi de 71 ou mais (37,5%). A imunização da população (85,1%) contribuiu para a diminuição de casos ativos e óbitos do município no final do período avaliado. A caracterização dos casos de COVID-19 na cidade de Itajaí no período estudado permitiu relacionar a maior transmissão do vírus de janeiro a fevereiro de 2022, período com maior mobilidade urbana devido às férias e feriados, com condições climáticas favoráveis e diminuição drástica nas medidas restritivas, juntamente com prevalência da variante de maior transmissibilidade, a Ômicron. Somado a isso, destaca-se que o número de óbitos não acompanhou o aumento de casos devido à proteção induzida pela vacinação.

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