Das Casas aos Sítios: a constante ressignificação dos ambientes e formas de prostituição
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A pandemia de COVID-19 fez com que a sociedade repensasse por completo as maneiras de diálogo e socialização que perduraram até o final de 2019. De maneira quase que instantânea, a humanidade foi obrigada a reconstruir suas ágoras sobre o baldrame do mundo virtual, adaptando e buscando as ferramentas disponíveis de acordo com as necessidades de cada grupo, ou melhor dizendo: de cada mercado.
Inicialmente, em meio as sombras que pairavam sobre a iminente situação, alguns setores do mundo corporativo começaram a buscar em plataformas de vídeo chamada a infraestrutura necessária para ali se estabelecerem, em tal cardápio constavam ferramentas como: Lista de presença; monitoramento de telas; o controle da voz dos usuários; sistemas de apresentação para grupos. Em suma, os auditórios foram praticamente reconstruídos no mundo virtual através dos serviços de vídeo conferência.
Para além da reestruturação dos auditórios, as casas de shows também foram reestilizadas e tornaram-se grandes teatros virtuais – plataformas como: YouTube, Instagram, Twitch TV e Facebook Live – onde foram executados espetáculos, mas dessa vez, com uma característica singular: a inexistência do local de aglomeração física. O que possibilitou a aglutinação de grandes públicos com pouquíssimos gastos logísticos.
Ainda na seara da ressignificação das fundações que suportaram tal reconstrução dos ambientes públicos, o presente artigo pretende analisar, sob a égide da criminologia, a rápida adaptação dos ambientes dos crimes, que assim como a sociedade, encontram no mundo digital um prolongamento do meio de ocorrência das interações interpessoais presenciais.
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