Como e por que formular hipóteses na termitologia
Authors/Creators
- 1. Universidade Federal de Viçosa
Description
Este é um capítulo a ser publicado no livro "Cupins da América do Sul".
Apesar de consagrada na pesquisa científica, a formulação de hipóteses nem sempre é completamente entendida, especialmente por aqueles que ainda estão em processo de formação profissional. Isso vale para qualquer área da ciência e a Termitologia não é exceção. Aqui apresentamos uma técnica simples para auxiliar na formulação de hipóteses e aplicamos esta técnica usando exemplos da Termitologia. A técnica consiste em desmembrar o processo de formulação de hipóteses em quatro passos: (i) encontrar um fato biológico que necessita estudo, (ii) propor explicações sobre “por que” este fato ocorre, (iii) garantir que estas explicações tenham suporte teórico e (iv) planejar um teste que consiga desafiar tais explicações. Para exemplificar cada um destes passos usamos exemplos que envolvem ecologia, comportamento, e taxonomia de cupins. Ao final do capítulo apresentamos dois exemplos completos de hipóteses usadas em teses de doutorado em ecologia e comportamento de cupins. Nosso foco restringe-se ao planejamento global da hipótese e de seu teste; por isso não entraremos nas minúcias do método de coleta de dados nem da análise estatística.
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DeSouza.etal.Como.e.por.que.formular.hipoteses.pdf
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