UMBANDA(S): práticas, representações culturais e aprendizagens em movimento
Authors/Creators
- 1. Universidade Federal de Uberlândia-UFU
Description
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sse artigo tem como proposta refletir sobre a linguagem cifrada que movimenta o aprender-ensinar na Umbanda. Percorre a tentativa de compreensão de como as práticas umbandistas podem ser relidas pela ótica dos modos e formas de apropriação. Elegemos aqui a Umbanda como prática representativa dessas dimensões simbólicas.
A baliza teórico-metodológica aplicada na análise interpretativa proposta está delineada no campo da História Cultural[1], por entendermos que as transformações do terreno religioso são fecundadas na realidade sociocultural dos indivíduos e inserida nos estudos da Religião e das Religiosidades. Observamos assim, tratar-se de uma prática mesclada por diferentes saberes, oriundos das mais diversas culturas religiosas. Dentre vários outros, interagem saberes africanos, ameríndios, orientais, católicos e espíritas, conferindo significados a essa manifestação religiosa.
[1] Neste trabalho assumimos o tratamento da cultura, em conformidade com o campo das História Cultural definido por Roger Chartier (1998) como sendo composto por práticas sociais que, no seu fazer-se, produzem representações.
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