Published December 21, 2021 | Version v1

A IMUNOFENOTIPAGEM NO DIAGNÓSTICO DA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA.

  • 1. GRADUADA EM BIOMEDICINA NA UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO – UNIGRANRIO/
  • 2. DOUTORA EM FARMACOLOGIA PELA UFRJ, PROFESSORA DA ECS – UNIGRANRIO

Description

Leucemias têm como característica principal a proliferação clonal acompanhada de bloqueio da maturação variável. A leucemia mieloide aguda, que será a forma mais abordada neste trabalho, tem como característica o descontrole no crescimento das células indiferenciadas, que são chamadas mieloblastos. A imunofenotipagem por citometria de fluxo, feita por uma combinação de padrões e intensidade da expressão de variados antígenos, melhora o rendimento diagnóstico na leucemia mieloide aguda (LMA) e é eficaz para atribuir linhagem dentre os tipos de leucemia. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, que destacará uma série de trabalhos que descrevem a leucemia, seus subtipos, focando em LMA e reafirmar a importância da atuação da imunofenotipagem no diagnóstico da leucemia mieloide aguda. CD13 foi o marcador de célula imatura principal expresso dentre os 3 estudos, seguido de CD33 e o marcador pan- leucocitário CD45. Cerca de 15% a 20% das leucemias na infância são do tipo mieloide, gerando uma incidência de 1 caso a cada

150.000 crianças e adolescentes, enquanto nos adultos, essa porcentagem é de 80%, inicialmente na faixa etária de 30 anos e com pico aos 64 anos de idade. Mais comum no sexo masculino. É pertinente concluir que os resultados da citometria de fluxo interpretados com a morfologia são complementares.   As avaliações dos parâmetros examinados neste trabalho, como idade na incidência, marcadores imunofenotípicos comuns, subtipos mais frequentes e fenótipos aberrantes podem ser melhorados, devendo ser levado em consideração em investigações futuras e isso requer maior duração de observação, focando na pesquisa de novos marcadores para o rápido diagnóstico (tipo e subtipo de LMA) e maior conhecimento dos fatores prognósticos, que afetam a resposta ao tratamento, sendo alguns: idade, anormalidades cromossômicas favoráveis e desfavoráveis, mutações genéticas, entre outros.

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a-imunofenotipagem-no-diagnstico-da-leucemia-mieloide-aguda..pdf

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