Phaedinus rubrus Galileo & Martins, 2010, sp. nov.
Authors/Creators
- 1. Museu de Ciências Naturais, Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, Caixa Postal 1.188, 90001 - 970, Porto Alegre, RS, Brasil.
- 2. Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, Caixa Postal 42.494, 04218 - 970, São Paulo, SP, Brasil.
Description
(Fig. 6)
Etimologia: Latim, rubrus = vermelho; alusivo ao colorido dos élitros.
Fêmea: Cabeça, protórax, escutelo, pernas e face ventral do corpo preto-avermelhados. Mesonoto preto. Élitros vermelho-alaranjados. Fronte com pubescência amarelada, muito esparsa, com débil carena bifurcada no meio. Tubérculos anteníferos projetados. Antenas atingem o terço apical dos élitros. Escapo, pedicelo e antenômero III preto-avermelhados; IV-VI avermelhados com o ápice preto-avermelhado; antenômeros VII a XI avermelhados e inteiramente revestidos por pubescência serícea amarelada. Escapo engrossado para o ápice, densa e finamente pontuado, profundamente sulcado no lado superior da base; este sulco largo, prolongado até o meio. Escapo (3 mm de comprimento) tão longo quanto o antenômero III. Antenômero III com quase o dobro do comprimento do IV. Antenômeros VI a X com projeção apical externa.
Lados do protórax com dois tubérculos: o central mais projetado do que o látero-anterior. Pronoto com cinco tubérculos e pubescência branco-amarelada, exceto na região dos tubérculos. Partes laterais do protórax e prosterno revestidas por pubescência branco-amarelada. Processos prosternal e mesosternal com tubérculo. Esternos torácicos, menos a parte central do metasterno, cobertos por pubescência brancoamarelada. Escutelo com fina pubescência esbranquiçada, esparsa.
Élitros com pontuação fina e densa; em cada élitro, costa fina, debilmente marcada. Extremidades elitrais obliquamente truncadas, com projeção diminuta perto ângulo sutural.
Fêmures finamente pontuados, com as abas apicais internas projetadas. Urosternitos com pubescência amarelo-esbranquiçada, esparsa nos lados.
Dimensões em mm: Comprimento total, 30,4; comprimento do protórax, 5,7; maior largura do protórax, 8,4; comprimento do élitro, 22,7; largura umeral, 9,0.
Material-tipo: Holótipo fêmea, EQUADOR, Manabi: Montecristi (3 km E), 29. VI.1999, L. Stange & R. Millaer col. (ACMS).
Discussão: Phaedinus rubrus sp. nov. distingue-se de P. lanio Guérin-Méneville, 1838, pela ausência de quatro carenas longitudinais nítidas nos élitros; de P. carbonelli Monné, 1999, pela ausência de abundantes pelos longos na cabeça e no protórax; de P. schaufussi Nonfried 1890, pela cabeça, pronoto e pernas avermelhadas e élitros não escurecidos na base e no ápice.
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Identifiers
Related works
- Cites
- Figure: 10.5281/zenodo.4900988 (DOI)
- Is part of
- Journal article: 10.1590/S0031-10492010002400001 (DOI)
- Journal article: http://zenodo.org/record/4900986 (URL)
- Journal article: http://publication.plazi.org/id/B5230B693C20FFFFFF977E035A7DA04E (URL)
- Is source of
- https://sibils.text-analytics.ch/search/collections/plazi/491A73113C25FFFAFF737EF45EB8A17E (URL)
Biodiversity
- Collection code
- R, ACMS , VI
- Scientific name authorship
- Galileo & Martins
- Kingdom
- Animalia
- Phylum
- Arthropoda
- Order
- Coleoptera
- Family
- Cerambycidae
- Genus
- Phaedinus
- Species
- rubrus
- Taxon rank
- species
- Taxonomic status
- sp. nov.
- Taxonomic concept label
- Phaedinus rubrus Galileo & Martins, 2010
References
- MONNE, M. L. 1999. Sinopse das especies brasileiras do genero Phaedinus Dupont, 1834. Revista Brasileira de Entomologia, 43 (1 / 2): 25 - 27.