Published April 22, 2026 | Version v1

NEXA®: Modelo Conceitual de Integração Autonômica e Funções Executivas em Contextos Clínicos e Educacionais

Authors/Creators

  • 1. IPNCI

Description

Dificuldades relacionadas a foco, organização, procrastinação, impulsividade e baixa
tolerância ao esforço mental são frequentemente interpretadas apenas como falhas
comportamentais ou pedagógicas. Entretanto, a evidência científica contemporânea indica
que o desempenho executivo é dependente do estado neurofisiológico de base,
especialmente da integridade do sistema de integração neurovisceral e da regulação
autonômica.
O presente trabalho apresenta o NEXA®, um modelo conceitual de intervenção e
observação clínica que propõe a regulação autonômica prévia como variável facilitadora
central para o acesso funcional às Funções Executivas (FE). O modelo integra modulação
fisiológica, organização atencional, tarefas motoras cognitivamente orientadas e a
transferência para demandas reais de produtividade e tomada de decisão.
A proposta parte da observação clínica de que muitos indivíduos apresentam entendimento
cognitivo da tarefa, porém falham na execução devido a estados persistentes de
desequilíbrio autonômico, seja por hiperativação ou hipoativação. Nesses casos,
intervenções exclusivamente cognitivas tendem a apresentar resposta limitada se o
organismo

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Copyrighted
2026-04-22
Dificuldades relacionadas a foco, organização, procrastinação, impulsividade e baixa tolerância ao esforço mental são frequentemente interpretadas apenas como falhas comportamentais ou pedagógicas. Entretanto, a evidência científica contemporânea indica que o desempenho executivo é dependente do estado neurofisiológico de base, especialmente da integridade do sistema de integração neurovisceral e da regulação autonômica. O presente trabalho apresenta o NEXA®, um modelo conceitual de intervenção e observação clínica que propõe a regulação autonômica prévia como variável facilitadora central para o acesso funcional às Funções Executivas (FE). O modelo integra modulação fisiológica, organização atencional, tarefas motoras cognitivamente orientadas e a transferência para demandas reais de produtividade e tomada de decisão. A proposta parte da observação clínica de que muitos indivíduos apresentam entendimento cognitivo da tarefa, porém falham na execução devido a estados persistentes de desequilíbrio autonômico, seja por hiperativação ou hipoativação. Nesses casos, intervenções exclusivamente cognitivas tendem a apresentar resposta limitada se o organismo