Arquitetura modernista, colonialidade e Patrimônio Cultural
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Diferentemente de grande parcela de obras que são referência em estudos sobre o movimento modernista no Brasil, o debate proposto defende que a gênese desta corrente está associada aos principais acontecimentos sociais verificados no país na segunda metade do século XIX: o fim da escravidão, a consolidação da república e as teorias acerca do racismo. Desta forma, entende-se que tais acontecimentos vão deixar marcas, por meio de mecanismos de segregação racial na solução arquitetônica das residenciais construídas em Belo Horizonte, nesse período. Investiga-se a relação entre arquitetura modernista, colonialidade e patrimônio cultural a partir do arcabouço cultural criado a partir da Semana da Arte Moderna e a busca pela criação da identidade nacional.
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16° Seminário Docomomo Brasil: anais: O Futuro do Passado: Arquitetura Moderna Viva e Urbana [livro eletrônico] / organização: Carlos Eduardo Comas et al. 1. ed. Porto Alegre, RS: Docomomo Brasil, 2026. ISBN: 978-65-993024-6-6.Files
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- 978-65-993024-6-6
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