A Antimatéria, a Invariância Adiabática e a Transmutação Sincronizada.
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A aparente ausência de antimatéria no universo observável (Assimetria Bariónica) per-
manece um dos maiores mistérios da cosmologia. As teorias tradicionais de Bariogénese
assumem que a antimatéria foi aniquilada no universo primordial. Este trabalho refuta essa
assunção através do formalismo d’O Modelo Quântico, integrando a Interpretação de Au-
tómatos Celulares (CAI) de Gerard ’t Hooft. Propomos que o universo é perfeitamente
simétrico no presente: toda a partícula bariónica local existe num "Estado de Bell Cos-
mológico", estritamente entrelaçada com a sua respetiva contraparte de antimatéria. Essa
antimatéria nunca desapareceu, mas atua como a Histerese Quiral arquivada na malha do
vácuo global. Ela funciona como a "bateria"que paga o custo termodinâmico da evolução
cósmica. Através da Equação de Dirac-Nabuco (EDN) e da Condição de Covariância Adiabá-
tica, demonstramos que a aniquilação contínua desta tensão do vácuo gera fluidez (Qbits-e),
acelerando secularmente a velocidade da luz (c). Este sacrifício termodinâmico do polo es-
tendido garante a invariância da Constante de Estrutura Fina (α) e protege a estabilidade
da matéria até ao colapso no limite de Weyl (Big Reset).
Technical info
Palavras-chave: O Modelo Quântico; Antimatéria; Histerese Quiral; Estado de Bell Cosmológico; Invariância Adiabática; Constante de Estrutura Fina; Equação de Dirac-Nabuco
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