Atuação do Psicólogo Hospitalar em Contexto de Cuidados Paliativos na Oncopediatria
Authors/Creators
- 1. Graduada em Psicologia pela Uninassau Teresina
- 2. Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário Maurício de Nassau
- 3. Graduada em fisioterapia pela Uninovafapi Residente em saúde da família pela UESPI
- 4. Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Santo Agostinho, Pós-graduanda em Urgência e Emergência e UTI pela Diferencial Pós.
- 5. Graduado em psicologia pela Uninassau Teresina, Especialista em Psicologia Hospitalar pela Zayn Educacional
- 6. Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário Santo Agostinho; Residente em Saúde da Família pela UESPI
Description
O câncer infantil representa a primeira causa de morte por doença (8% do total) entre crianças e adolescentes no Brasil, com uma estimativa de 7.930 casos anuais para o triênio 2022-2025. O diagnóstico impõe mudanças significativas na estrutura familiar e exige a atuação crucial do psicólogo hospitalar, especialmente em Cuidados Paliativos (CP), que visam o alívio do sofrimento e a qualidade de vida integral nas dimensões social, psicológica, espiritual e física. O estudo, de caráter bibliográfico, descritivo e qualitativo, analisou 30 artigos publicados entre 2016 e 2025 nas plataformas SciELO, Pepsic, BVS e revistas associadas à área da Psicologia para compreender o trabalho do psicólogo hospitalar no suporte aos pacientes, familiares e equipe médica em cuidados paliativos oncopediátricos, com o objetivo de mitigar danos psíquicos e fortalecer estratégias de enfrentamento. Os achados indicam que a prática se fundamenta no saber biopsicossocial e na atuação interdisciplinar. As estratégias centrais utilizam recursos lúdicos, como brincar, desenhos e narrativas, adaptados à faixa etária e fase do adoecimento, essenciais para a expressão das emoções e criação de vínculos. A comunicação clara é primordial, com o Protocolo SPIKES sendo um guia para a transmissão de más notícias. O psicólogo também oferece suporte vital à equipe de saúde, prevenindo o desgaste emocional e o esgotamento profissional. Conclui-se que a intervenção deve ser humanizada e adaptada, focando na preservação da autonomia e dignidade do paciente, e oferecendo estratégias de enfrentamento para a tríade.
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Software
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- https://revistacedigma.cedigma.com.br/index.php/cedigma/article/view/87
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