INTELECTUAL SUBALTERNO/A, NEGRO/A INTELECTUAL, INTELECTUAL NEGRO/A: CRÍTICAS EMANCIPATÓRIAS NO BRASIL E NOS EUA
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Este artigo analisa as categorias de intelectual subalterno/a, negro/a intelectual e intelectual
negro/a, investigando suas especificidades na produção de saberes e na luta antirracista. O objetivo é
compreender como esses sujeitos transformam experiências de marginalização em epistemologias
críticas e emancipatórias. A pesquisa, de caráter qualitativo e bibliográfico, mobiliza referenciais de
Antonio Gramsci, Ranajit Guha, Gayatri Spivak, Edward Said e Frantz Fanon, em diálogo com
intelectuais negros/as brasileiros/as como Lélia Gonzalez, Abdias do Nascimento, Beatriz Nascimento,
Sueli Carneiro e Nilma Lino Gomes. A análise comparativa entre Brasil e Estados Unidos evidencia que,
enquanto as Historically Black Colleges and Universities (HBCUs) consolidaram cedo uma
intelectualidade negra autônoma, no Brasil o mito da democracia racial retardou esse processo,
delegando aos movimentos sociais a tarefa de criar espaços de resistência. Conclui-se que intelectuais
subalternos/as e negros/as atuam como agentes de descolonização do saber, afirmando
epistemologias insurgentes como ferramentas de transformação social.
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