Published October 14, 2025 | Version v1

Más allá de Knowles: reconfiguración crítica de la andragogía en la educación matemática para adultos del siglo XXI

  • 1. ROR icon Universidad de Ciencias Pedagógicas Enrique José Varona

Description

Andragogy, as formulated by Malcolm Knowles (1984), has long served as a foundational framework for adult education, centered on six core assumptions: Need to Know, Self-Concept, Prior Experience, Readiness to Learn, Orientation to Learning, and Motivation to Learn. While historically influential, these assumptions require critical re-examination in light of 21st-century challenges—particularly within the domain of adult mathematics education. This academic monograph undertakes a rigorous, critical analysis of Knowles’ andragogical premises through the lens of contemporary sociotechnical transformations, including digitalization, generational diversity (e.g., millennials vs. centennials), lifelong learning policies, and hybrid learning environments. Drawing on peer-reviewed literature from 2019 to 2024 and integrating insights from critical mathematics education, digital pedagogy, and sociocultural theory, the study reveals that while Knowles’ assumptions retain partial relevance, they are significantly reconfigured—or even undermined—by algorithmic dependency, platform-driven heteronomy, standardized competency frameworks, and the instrumentalization of learning. The monograph identifies critical research gaps, especially the scarcity of empirical studies on adult mathematics learners in the Global South and the impact of AI on mathematical reasoning and motivation. It proposes an emergent paradigm—critical, digitally literate, and contextually grounded andragogy—that centers epistemic justice, algorithmic awareness, and transformative mathematical citizenship. The work concludes with concrete lines of future research and a call for ethically designed hybrid learning environments that foster not only mathematical competence but also critical agency in an increasingly datafied world.

Abstract (Spanish)

La andragogía, formulada por Malcolm Knowles (1984) como un marco teórico para el aprendizaje de adultos, ha sido históricamente influyente en la educación no formal y continua. Sus seis suposiciones —Need to Know, Self-Concept, Prior Experience, Readiness to Learn, Orientation to Learning y Motivation to Learn— han guiado diseños curriculares, estrategias pedagógicas y políticas de formación docente. No obstante, en el contexto del escenario actual, marcado por la digitalización acelerada, la diversidad generacional, las políticas de aprendizaje a lo largo de la vida y la emergencia de entornos híbridos, dichas suposiciones requieren una revisión crítica, particularmente en el ámbito específico de la educación matemática para adultos. Esta monografía examina, desde una perspectiva didáctica rigurosa y crítica, cómo los desarrollos contemporáneos desafían o reconfiguran las premisas andragógicas, identificando brechas empíricas y proponiendo líneas de investigación innovadoras.

Abstract (Portuguese)

A andragogia, formulada por Malcolm Knowles (1984), tem sido um referencial teórico central na educação de adultos, assentada em seis suposições: Necessidade de Saber, Autoconceito, Experiência Prévia, Disponibilidade para Aprender, Orientação para a Aprendizagem e Motivação para Aprender. Embora historicamente influente, essas suposições exigem uma revisão crítica diante dos desafios do século XXI, especialmente no contexto da educação matemática para adultos. Esta monografia analisa rigorosamente tais pressupostos à luz das transformações sociotécnicas contemporâneas — incluindo a digitalização acelerada, a diversidade geracional (ex.: millennials e centennials), as políticas de aprendizagem ao longo da vida e os ambientes híbridos de ensino-aprendizagem. Com base em literatura científica indexada (2019–2024) e perspectivas da educação matemática crítica, demonstra-se que as suposições de Knowles são parcialmente válidas, mas profundamente tensionadas por dependências algorítmicas, heteronomia imposta por plataformas digitais, padronização curricular e a instrumentalização do aprendizado. Identificam-se lacunas empíricas significativas, sobretudo na escassez de estudos com adultos em contextos do Sul Global e sobre o impacto da inteligência artificial no raciocínio matemático. Propõe-se, então, um novo paradigma: uma andragogia crítica, digitalmente consciente e contextualmente sensível, orientada para a justiça epistêmica e a cidadania matemática transformadora. Conclui-se com diretrizes para pesquisa futura e o desenvolvimento de ambientes híbridos éticos que promovam não apenas competência matemática, mas também agência crítica em um mundo cada vez mais mediado por dados e algoritmos.

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