Published July 31, 2025 | Version v1
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CONDUTAS FISIOTERAPÊUTICAS PARA RECUPERAÇÃO DA FUNCIONALIDADE PÓS ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: REVISÃO INTEGRATIVA

Description

Introdução: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma condição neurológica que 
compromete gravemente a funcionalidade dos indivíduos, sendo responsável por altos índices de mortalidade e incapacidades permanentes. A reabilitação fisioterapêutica tem papel fundamental na recuperação de pacientes acometidos por AVE, sendo 
essencial para promover a retomada da autonomia nas atividades de vida diária e a 
reinserção social. Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma 
revisão integrativa da literatura, as principais condutas fisioterapêuticas utilizadas na 
recuperação funcional de pacientes pós-AVE, considerando suas contribuições para 
a melhoria da qualidade de vida. Metodologia: A pesquisa foi conduzida com base 
em uma revisão integrativa, envolvendo a busca em bases de dados científicas, a 
seleção de artigos publicados entre 2015 e 2025, e a análise crítica dos conteúdos. A 
amostra final foi composta por 12 estudos que abordavam intervenções fisioterapêuticas em diferentes contextos de reabilitação, como ambiente hospitalar, domiciliar e 
ambulatorial. Resultados: Os resultados revelaram que as estratégias mais eficazes 
incluem mobilização precoce, cinesioterapia, prática mental, fisioterapia aquática, uso 
de realidade virtual, retorno visual por espelho, treinamento cognitivo e programas de 
exercícios voltados à funcionalidade. Essas abordagens demonstraram efeitos positivos na recuperação da marcha, do equilíbrio, da coordenação, da força muscular e 
das funções cognitivas, contribuindo diretamente para a melhora da independência 
funcional dos pacientes. A individualização dos planos terapêuticos, a participação 
ativa da família e o uso de tecnologias foram apontados como fatores que potencializam os resultados clínicos. Apesar dos avanços, a pesquisa também identificou desafios relacionados à estrutura dos serviços de saúde, à padronização de protocolos 
e à continuidade do tratamento fisioterapêutico. Conclusão: Conclui-se que a atuação 
do fisioterapeuta no contexto pós-AVE deve ser planejada de forma abrangente, personalizada e sustentada em práticas baseadas em evidências. O investimento em reabilitação física e cognitiva de qualidade é essencial para a recuperação funcional, 
redução da dependência e promoção da qualidade de vida dos indivíduos acometidos 
por AVE.

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