Análise de Recursos Humanos de Enfermagem no Brasil por níveis de atenção à saúde nas regiões e estados brasileiros (2017-2022)
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A oferta de profissionais de enfermagem é pilar do Sistema Único de Saúde (SUS), mas permanece marcada por escassez, heterogeneidade e concentração regional. Para dimensionar essa evolução, realizamos um estudo ecológico de séries temporais com microdados mensais do CNES (2017‑2022) processados via ETL/ElastiCNES; campos vazios ― como o nível de atenção ― foram inferidos com variáveis‑proxy validadas cruzadamente. Os vínculos de enfermagem subiram 39 % na Atenção Primária, 39 % na Secundária e 41 % na Terciária. Técnicos de enfermagem (+64 %) e enfermeiros (+48 %) ganharam espaço, enquanto auxiliares recuaram 22 %, indicando qualificação crescente da equipe. A região Sudeste manteve ~50 % dos postos, mas Centro‑Oeste e Sul lideraram o crescimento proporcional. Instituições privadas e filantrópicas avançaram mais que o setor público. A pandemia de COVID‑19 produziu picos de contratação em 2020‑2021, seguidos de ajuste em 2022. Concluímos que, apesar da expansão e qualificação observadas, persistem disparidades regionais e setoriais que exigem políticas de provimento e retenção voltadas a territórios e níveis de atenção menos cobertos.
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N.T. Análise de Recursos Humanos de Enfermagem no Brasil por níveis de atenção à saúde nas regiões e estados brasileiros (2017-2022)_v.0.1.pdf
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