EFICÁCIA DE DIFERENTES ESQUEMAS DE FOTOTERAPIA NO TRATAMENTO DA ICTERÍCIA NEONATAL
Authors/Creators
- Araújo, Isabella Francisca Monteiro de
- Silva, Germano Tourinho e
- Rodrigues, Clara Helena Brito de Souza
- Sampaio, Yaskara Raissa de Pádua
- Lopes, Cláudia Lorena Ribeiro
- Pedrosa, Maria Eduarda Magalhães Prado
- Leal, Maylla Josefa Dias
- Ferreira, Iasmin Miranda
- Delgado, Josnayra Lima
- Gomes, Sonyele de Oliveira
- Tinoco, Julio Gabriel Ferro
- Sosa, Angel Eduardo Martinez
- Diaz, Yasmim Victoria Loureiro Alvares de Oliveira Sosa
- Neto, Vivaldo Soares da Costa
- Ribeiro, Charlene da Silva
- Soares, Ingrid Beatriz Galdino
- Pessoa, Paulo Victor Duarte
- Seixas, Nathan Candeira Costa
- Ribeiro, Egiany Guedes
- Barbosa, Aynnara Soares
- Silva, Kaynanda Porto da
Description
RESUMO
A icterícia neonatal é uma condição prevalente em recém-nascidos, causada pelo acúmulo de bilirrubina no sangue. A fototerapia é o tratamento padrão, transformando a bilirrubina em formas solúveis em água para facilitar sua excreção. Esta revisão comparou a eficácia de diferentes esquemas de fototerapia: convencional com luz azul, espectro amplo, intensiva e com LEDs. A metodologia incluiu uma revisão integrativa da literatura, com a seleção de 14 estudos publicados entre 2019 e 2024, seguindo critérios específicos de inclusão e exclusão. A busca bibliográfica foi conduzida em bases de dados como PubMed e SciELO, utilizando o fluxograma PRISMA para garantir a transparência e a reprodutibilidade da pesquisa. Os resultados indicaram que a fototerapia convencional com luz azul é eficaz para casos leves a moderados de icterícia, enquanto a fototerapia intensiva mostrou ser superior para casos graves, particularmente em neonatos prematuros, com redução mais rápida dos níveis de bilirrubina. A fototerapia com LEDs demonstrou eficácia comparável à fototerapia intensiva, com benefícios adicionais como menor produção de calor e maior eficiência energética. No entanto, há debates sobre sua eficácia em neonatos com condições especiais, como prematuridade extrema ou distúrbios metabólicos. A escolha do esquema de fototerapia deve ser individualizada, considerando a gravidade da icterícia, idade gestacional, peso ao nascer e comorbidades, para otimizar os resultados clínicos e minimizar riscos. Conclui-se que uma abordagem personalizada é essencial para o manejo eficaz da icterícia neonatal. A adoção de protocolos baseados em evidências pode melhorar os desfechos de saúde e reduzir complicações a longo prazo. Recomenda-se a aplicação de fototerapia adequada a cada caso, de acordo com as características clínicas do neonato e os recursos disponíveis, visando maximizar a eficácia e segurança do tratamento.
Palavras-chave: Icterícia neonatal; fototerapia; esquemas de tratamento; eficácia clínica; neonatologia.
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Eficácia de diferentes esquemas de fototerapia no tratamento da icterícia neonatal.pdf
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