EFEITOS DO USO DA EPINEFRINA NA REANIMAÇÃO NEONATAL: UMA REVISÃO DE LITERATURA
Authors/Creators
- Camila Ananias Bezerra de Lima
- Ana Paula Ferreira de Azevedo Jácome
- Helder Felipe Azevedo da Silva
- Ícaro César Bezerra Silva
- Jussara Diniz Barros Camarotti
- Luciana de Castro Lira Mendes
- Luzia Glaucyany de Oliveira Silva
- Lydiany de Lima Barbosa
- Sandra gomes de Santana Medeiros
- Valeria Cavalcante Menezes
Description
Introdução: Na estatística do Ministério da Saúde, estima-se que 300.000 neonatos necessitam de suporte em sala de parto para instituir e manter a respiração, entre os quais uma parte significativa requer assistência ainda mais específica, com medidas como a ventilação por pressão positiva, intubação orotraqueal ou administração de drogas vasoativas. Independente da idade gestacional, a administração de adrenalina é preconizada para aqueles neonatos que necessitam de reanimação em sala de parto, após falha no retorno à circulação espontânea com a ventilação por pressão positiva, intubação orotraqueal e massagem cardíaca. Objetivo: Avaliar a evidência disponível acerca dos efeitos do uso da epinefrina na reanimação neonatal. Metodologia: De início, o presente estudo constitui uma revisão integrativa de literatura, tendo sido produzido segundo as diretrizes estabelecidas na declaração PRISMA 2020 (PAGE et al, 2020). Nesse contexto, o primeiro passo foi a definição da pergunta de pesquisa segundo o protocolo PICO, que exige a definição da população-alvo (p) a ser estudada, a intervenção (i) a ser avaliada, o cenário comparativo (c) e os desfechos (o). Em seguida, procedeu-se à escolha da fonte de dados que seria utilizada para selecionar os artigos pertinentes a esta revisão. Nesse sentido, definiu-se a plataforma MEDLINE como fonte de dados e informação, de modo que a pesquisa foi realizada neste banco de dados no dia 25 de junho de 2024. Conclusão: Em suma, a literatura revisada indica que a administração de epinefrina por via endotraqueal demonstrou-se superior à via endovenosa avaliando-se o retorno de circulação espontânea (ROSC), ambas sendo eficazes no sucesso da reanimação neonatal. Quanto à eficácia, observou-se que a eficácia da epinefrina varia de acordo com a via de administração, comorbidades, peso ao nascer e idade gestacional, de modo que os desfechos clínicos podem ser significativamente influenciados.
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EFEITOS DO USO DA EPINEFRINA NA REANIMAÇÃO NEONATAL_ UMA REVISÃO DE LITERATURA – ISSN 1678-0817 Qualis B2.pdf
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