LITERATURA: ROMANTISMO, FUNÇÃO SOCIAL
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Diante de leituras do texto “vários escritos” de Antônio Cândido, direito a literatura, no qual, direitos humanos e literatura mesclam-se dando ênfase aos problemas sociais, em textos em prosa, que aborda a literatura como bens incompressíveis. A partir das reflexões em Cândido, percebe-se a relevância da literatura condoreira de Castro Alves, da obra poética os escravos, épico-dramático do maior representante da última geração ultra-romântica da literatura brasileira. O poeta por meio da lírica busca conscientizar a sociedade de que há nela um lado esquecido à escravização e opressão dos negros, procura denunciar é conscientizar por meio da lírica. O trabalho propõe-se a analisar o poema “sec’lo” da obra Os Escravos (1865), abordando a função social e algumas características da escola romântica bem como o contexto histórico do poema. No poema o autor discorre sobre tirania e repressão, através de uma linguagem subjetiva faz crítica ao período colonial e utiliza recursos de linguagem como: travessões, ponto de exclamação, reticências que ajuda na eloquência e persuasão na construção da abordagem é assim também como figuras de linguagem: metáfora, antítese, personificação e personagens bíblicos na arte de contestação política ideológica na visão ultra-romântica. Objetivando demonstrar a criticidade presente no texto como estilo da obra. Como referencial teórico Antônio Cândido (1988); Afrânio Coutinho (1999); Massaud Moisés (1974) e os Parâmetros Curriculares Nacionais (2006).
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LITERATURA_ ROMANTISMO, FUNÇÃO SOCIAL – ISSN 1678-0817 Qualis B2.pdf
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