O USO IRRACIONAL DE MEDICAMENTOS POR IDOSOS NO BRASIL
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Introdução: A automedicação e a polifarmácia são problemas comuns entre a população idosa e pode trazer consequências graves, como interações medicamentosas, intoxicações e até mesmo agravamento de doenças já existentes. Objetivo: descrever os efeitos dos medicamentos sobre a saúde dos idosos e a importância do papel do farmacêutico neste contexto: Materiais e métodos: Foi utilizada uma revisão sistemática da literatura com materiais publicados a partir de 2015. Resultados: Foi discutido como o envelhecimento e o surgimento de doenças crônicas podem aumentar a necessidade de medicamentos e, consequentemente, a polifarmácia. No entanto, é importante ressaltar que nem sempre é necessário o uso de tantos medicamentos, e que a avaliação e revisão periódica da prescrição médica podem ser fundamentais para evitar a polifarmácia e seus riscos. As informações apresentadas reforçam a importância de se discutir e conscientizar a população idosa sobre os riscos da automedicação e da polifarmácia, além de ressaltar a importância do acompanhamento farmacêutico e médico para garantir o uso adequado dos medicamentos. Em suma, nota-se que a automedicação e a polifarmácia são problemas sérios que afetam a saúde dos idosos e podem ter consequências graves. É fundamental que a população idosa tenha acesso à informação e que os profissionais de saúde estejam preparados para avaliar e revisar a prescrição medicamentosa de seus pacientes, a fim de garantir um uso adequado e seguro dos medicamentos. A prevenção da automedicação e da polifarmácia é responsabilidade de toda sociedade e deve ser abordada de forma multidisciplinar.
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O USO IRRACIONAL DE MEDICAMENTOS POR IDOSOS NO BRASIL – ISSN 1678-0817 Qualis B2.pdf
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