AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA HOSPITALAR: REVISÃO DE LITERATURA
Authors/Creators
- Aretusa Lopes Cavalheiro
- Carine Laura de Andrade
- Juliana Araújo Brandão
- Keyse Rafaela Nascimento dos Santos
- Lilian Cristina Silva Santos Magri
- Matheus Oliveira Nery de Freitas
- Reisla Délis Silva de Almeida
- Roberto Oliveira Guimarães
- Samara Karine Carvalho Sena
- Adriele Lins Silva
- Ana Letícia Santos do Nascimento
Description
A atuação do fisioterapeuta é extensa e se faz cada vez mais presente no ambiente hospitalar, participando nos vários segmentos do cuidado, desde ao atendimento a pacientes críticos à assistência durante a recuperação pós-cirúrgica ou internação clínica nas enfermarias. Dessa forma, uma avaliação fisioterapêutica bem estrutura pode contribuir para a orientação e sistematização da prática clínica, propiciar um tratamento adequado, bem como gerar indicadores de qualidade assistencial. Este estudo revisou as técnicas, métodos e instrumentos utilizados pelos fisioterapeutas na avaliação do paciente adulto hospitalar. Realizou-se uma revisão sistemática de literatura com as palavras chaves “avaliação”, “fisioterapia” e hospital” nas bases de dados PUBMED, LILACS e SCIELO. O conector AND foi utilizado para combinação entre os termos. Foram encontrados 241 artigos (Pubmed 6; Lilacs 209; Scielo 26), mas somente 19 artigos foram elegíveis para análise. Como resultado obteve-se diversos instrumentos de avaliação da funcionalidade/mobilidade (PFIT, FSS, IMS, Indice de Mobilidade de Morton, PERME, PaciFIC, CPAX, MIF, PGI, “6 cliques” – AM-PAC), testes que avaliam a capacidade física (teste do degrau de 6 minutos, teste de caminhada de 6 minutos e o teste de sentar e levantar). Outro ponto citado é a avaliação dos sinais vitais, do alerta/nível de consciência, da força muscular, da dor e da dispneia. Pode-se concluir que a avaliação fisioterapêutica do paciente adulto no ambiente hospitalar deve conter os dados vitais, a inspeção estática e dinâmica da respiração, a presença e a quantificação da dor e dispneia e o alerta/nível de consciência do paciente, pois são esses dados que indicarão se o paciente estará apto ou não para realizar a fisioterapia. E como forma de triar e estratificar os pacientes em risco de declínio funcional, deve-se utilizar instrumentos que avaliem a funcionalidade e mobilidade do paciente para assim traçar objetivos e planos terapêuticos de forma segura, assertiva e eficaz.
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AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA HOSPITALAR_ REVISÃO DE LITERATURA – ISSN 1678-0817 Qualis B2.pdf
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