FONTES E CHAFARIZES NA ALTA E BAIXA IDADE MÉDIA PORTUGUESA: maneiras de se obter, prover e fornecer água
Authors/Creators
- 1. Universidade do Porto, UPORTO
- 2. Universidade do Porto
Description
A pós a queda do Império Romano “enquanto entidade político-administrativa” observa-se na Península Ibérica uma espécie de retrocesso em vários setores e nomeadamente no que toca ao bem estar público. Os Romanos dispunham de um sistema qualificado de construção e manutenção de obras hidráulicas e abastecimento de água para a população. Eram conscientes da importância desta e foram os primeiros a aplicar às fontes o conceito de bem comum, podendo dela todos fazerem uso (SEGURA GRAIÑO C, 2006, p.11).
Entre meados do século IV e também durante os reinos suevo e visigodo, o território português assiste ao desinvestimento deste tipo de estruturas. Contudo, recursos hídricos tornariam-se a única opção para abastecimento, fator decisivo à reestruturação das vilas e cidades medievais. O sentido público do serviço de águas caíria em desuso – nos reinos cristãos – até a níveis impensáveis no período romano, processo que afetou a construção de novas fontes (e outras obras), drasticamente reduzidas (TRINDADE, 2014, p. 368).
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Sociedade, Patrimônio e Religião Cultura e História nas mudanças societais..pdf
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