Quadrinhos do futuro: As singularidades das HQtrônicas na Era Pós-digital
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A revolução das Histórias em Quadrinhos (HQs) começou com a produção digital, onde HQs são criadas com ferramentas digitais; então surgiu a difusão digital, onde quadrinhos são distribuídos de forma digital; por fim, histórias digitais, referente à evolução dos quadrinhos no ambiente digital (MCCLOUD, 2005). Assim, artistas digitais encontraram nas HQtrônicas, histórias produzidas para plataformas digitais, como atender melhor os anseios dos leitores digitais: interatividade, animação, diagramação dinâmica, trilha/ efeitos sonoros, tela infinita/ narrativa multilinear (FRANCO, 2013). Para dimensionar o tamanho desse formato digital, somente a plataforma Webtoon tinha 72 milhões de usuários ativos em 2021, 14 milhões só nos EUA, segundo a Revista Forbes (2022). Neste artigo, propõe-se uma análise de obras publicadas nos últimos anos, observando as singularidades das HQtrônicas, e comprovando-se intransferíveis para papel. Para isso, toma-se por base teórica autores como: Eisner (2001), Franco (2011; 2013), McCloud (2004; 2005), Rosa (2014).
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