Frutos errantes: inespecificidade encarnada no fazer cartonero
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O presente artigo propõe uma análise do fazer cartonero como uma experiência do entre. Essa prática está ligada a um movimento editorial-artístico-literário que tem como marco inicial o surgimento de Eloísa Cartonera e seus livros com capas de papelão, na efervescente Buenos Aires do início do século XXI. Para compreender as especificidades do entre cartonero, discute-se ideias em torno da inespecificidade na arte contemporânea (GARRAMUÑO, 2014) a partir de discursos autorreferentes das cartoneras aqui tomados como narrativas errantes, objeto de análise da errantologia (JACQUES, 2012).
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