Bioarte: correlações e desafios na produção com seres vivos
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A abertura do campo da arte, no último século, para novos modos de fazer e pensar o objeto de arte, implica na necessidade de refletirmos mais sobre as materialidades existentes e seus usos. É cada vez mais frequente observar artistas que incorporam seres vivos na produção de seus trabalhos, muitas vezes de maneira colaborativa. Este artigo apresenta correlações entre a produção de três artistas contemporâneos que tem interagido com culturas de seres vivos: abelhas, plantas, bactérias e fungos. Assim, como estudo de caso analisaremos as obras: Abcedário (2017) de Breno Abreu; Habitáveis (2018-2023) de Igor Reis; e Tecidos fúngicos de família (2021) de Thatiane Mendes. Estes trabalhos apontam para várias especificidades e desafios presentes neste tipo de produção em Bioarte que necessitam serem identificadas e investigadas.
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