Vidas dizimadas pela pesca de arrasto: uma análise da perda da biodiversidade marinha sob o prisma da bioética e da agenda 2030 da ONU
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Resumo: O presente estudo analisa a pesca de arrasto sob a ótica da bioética ambiental e dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. Nesse sentido, o objeto da pesquisa é a pesca de arrasto, que é considerada pelos pesquisadores como a maior destruição realizada no fundo dos oceanos, que dizima a biodiversidade marinha e impacta o equilíbrio ecológico do planeta. A hipótese, portanto, é que a prática é incompatível com as metas de sustentabilidade e não se compromete com a bioética ambiental. A metodologia da pesquisa é predominantemente dedutiva, com revisão bibliográfica de estudos científicos. O objetivo geral é analisar a (in)compatibilidade da prática com os objetivos da Agenda 2030 e com o compromisso com a bioética ambiental. Tem como objetivos específicos explicar o conceito e os impactos da pesca de arrasto e estudar os objetivos da Agenda 2030 e os conceitos da bioética ambiental. Depreende-se do presente estudo que a pesca de arrasto é uma prática predatória, capitalista e que não compromete-se com a bioética ambiental ou com os objetivos da Agenda 2030. Defende-se práticas mais sustentáveis de pesca, mas, principalmente, a redução do consumo de peixes para um futuro possível para as próximas gerações.
Palavras-chave: Pesca de Arrasto, Bioética Ambiental, Biodiversidade Marinha, Agenda 2030
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