DIAGNÓSTICO MOLECULAR DA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
Authors/Creators
- Renata Mendes Bentes
- Eunara Eugênia Lopes Lima
- Edson Barbosa de Souza
- Luis Américo de Souza Amorim Marques
- Guilherme dos Santos Soares
- Julianne Rocha de Araujo
- Gabriel Henrique Ellwanger Freire
- Felícia Maria Matias Silveira
- Joselma Oliveira Silva de Holanda
- Maria Bernadete de Melo
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- Renata Mendes Bentes
- Eunara Eugênia Lopes Lima
- Edson Barbosa de Souza
- Luis Américo de Souza Amorim Marques
- Guilherme dos Santos Soares
- Julianne Rocha de Araujo
- Gabriel Henrique Ellwanger Freire
- Felícia Maria Matias Silveira
- Joselma Oliveira Silva de Holanda
- Maria Bernadete de Melo
- Jeanne Clery de Oliveira Lima
- Luciana Tavares Alves
- Gleice Kelle de Mendonça Vitor
- Andréa Patrícia Marques da Silva
- Maria do Socorro Reis Viannês
- Edilene da costa Silva
- Anna Cláudia Luna Lima Corrêa
Description
A medula óssea é um órgão de grande importância na vida do ser humano. Possui como uma de suas funções a regulação da produção de células sanguíneas, a qual orienta a formação, o desenvolvimento, a distinção e a maturação das células. Este processo ocorre a partir das células-tronco que, por serem indistintas, dispõem da competência de formar diversos tipos celulares e linhagens específicas, como: linfoide e mieloide. O presente trabalho consiste em uma revisão integrativa, no qual tem como objetivo discorrer acerca do diagnóstico molecular da leucemia mieloide aguda, mediante considerações acerca da Reação em Cadeia da Polimerase, do Cariótipo e da Imunofenotipagem, com o intuito de esclarecer a finalidade destes para estudantes e profissionais da área. Trata-se de uma revisão de literatura do tipo integrativa, na qual foi realizada uma pesquisa bibliográfica. O diagnóstico da Leucemia Mieloide Aguda fundamenta-se a partir da anamnese, definindo os sinais e sintomas, associado ao hemograma, o qual deve representar, um número de blastos superior a 20% a cada 200 células, na contagem diferencial no sangue periférico. Para a análise citomorfológica das células blásticas, a classificação Franco-Américo-Britânico era a mais aceita para melhor determinar os subtipos que caracterizam a doença, sendo eles de M0-M7. Todavia, esse procedimento está em desuso e, hoje, outros exames de origem bio molecular, citogenética e imunofenotipagem são mais específicos e estão sendo usados como predileção. Em suma, é possível concluir que os exames empregados para o diagnóstico de leucemia mieloide aguda são fundamentais para sua descoberta.