AVALIAÇÃO DA FACILIDADE DE ACESSO DAS CEPAS DELTA E ÔMICRON DO VÍRUS SARS-COV 2 ÀS CÉLULAS DE PNEUMÓCITOS HUMANAS: UM ESTUDO IN SILICO
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INTRODUÇÃO: É evidente que toda a população mundial vem sofrendo com a pandemia da COVID-19 desde a primeira infecção de um novo coronavírus. Importante ainda destacar os danos inimagináveis às sociedades e economias em todo o mundo devido ao seu aumento da transmissibilidade. METODOLOGIA: O trabalho será feito um teste a partir das proteínas dos vírus e seus respectivos ligantes, serão preparados para simulações de encaixe com o programa AutoDock Tools, após o teste visualizarmos o resultado de qual variante tem mais afinidade com as células pneumócitos humanas. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Embora tenha sido observado uma mutação viral que confere particularidades a cada variante, eles possuem certa similaridade, como por exemplo a fusão das membranas virais e celulares por meio de uma proteína conhecida como transmembranar serina protease-2, ou TMPRSS-2. Além disso, essa junção só é possível também graças ao domínio metalopeptidase, ou ADAM17, que junto a TMPRSS-2 são capazes de iniciar a proteína S do vírus SARS-CoV-2. Foi observado que a variante Ômicron apresentou o maior número de mutações, revelando que a variante Ômicron formou um novo grupo distinto, não originado de outras variantes. Além disso, o autor relata uma relação próxima entre as variantes Ômicron e Alpha, sugerindo que esse vírus pode ter circulado por um período prolongado antes de ser identificado. CONCLUSÃO: A variante Ômicron, em decorrência de suas mutações, possui maior transmissibilidade, todavia também é aquela que apresenta menor gravidade em comparação às outras.
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