Published May 12, 2023 | Version v1
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EFEITOS DE UM PROTOCOLO DE SOBRECARGA LOMBAR EM INDIVÍDUOS COM E SEM DOR LOMBAR

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Introdução: a dor lombar (DL) se mantém como uma das condições com os maiores índices de afastamento do trabalho, além de fatores psicossociais, como fatores psicológicos podem agravar essa condição, a catastrofização e uma hiperativação, que pode gerar espasmo muscular e dor. A fadiga muscular é definida como a diminuição da função muscular, energia ou da capacidade do sistema neuromuscular gerar força. Objetivo: comparar se após sobrecarga nos músculos da coluna lombar, o desempenho em teste de fadiga se diferencia entre pessoas com e sem Dor Lombar Crônica (DLC) nos aspectos de força, resistência e dor. Métodos: A amostra foi composta de 30 indivíduos adultos com idade entre 18 a 30 anos, de ambos os sexos, foram formados dois grupos: Grupo Dor Lombar Crônica (GDL, n=15) e Grupo Controle (GC, n=15). As avaliações iniciaram com anamnese, para obtenção de dados pessoais e história clínica. Em seguida foi aplicada a Escala Visual Analógica (EVA), dinamometria de extensão lombar, teste de resistência dos músculos extensores de tronco e iniciada a sequência de sobrecarga lombar. Em seguida, as mesmas avaliações foram realizadas. Resultados: Após o protocolo de sobrecarga lombar, houve aumento do nível de dor e do desempenho na dinamometria dorsal, e redução do desempenho no teste de Biering-Sorensen. Conclusão:  Os dados do presente estudo, nas condições metodológicas utilizadas, permitem concluir que indivíduos com dor lombar apresentam aumento da dor e pior desempenho na resistência dos músculos extensores do tronco após serem submetidos à sobrecarga lombar.

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