O IMPACTO DAS FAKENEWS NO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO (PNI) E O RETORNO DE DOENÇAS OUTRORA CONSIDERADAS ERRADICADAS NO BRASIL
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RESUMO: Acredita-se que o declínio da adesão às campanhas vacinais dar-se-á devido o aumento das campanhas de descredibilização da ciência, partindo de autoridades públicas associadas à desregulação de informações por mídias sociais, o que levou a hesitação vacinal de muitos pais pelo Brasil. OBJETIVOS: Discutir e avaliar o retorno de doenças, a partir da literatura científica, partindo da premissa que a disseminação de fakenews sobre vacinas impacta na saúde infantil brasileira, com enfoque no sarampo que outrora foi considerado erradicado no país. METODOLOGIA: Este estudo consiste em uma revisão integrativa e análise de artigos, com referencial reflexivo. Para a revisão bibliográfica integrativa da literatura buscou-se na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) através dos descritores: “ Fakenews; movimento antivacina; imunização; Sarampo ”, com o auxílio do Booleano AND e OR para cruzamento de descritores, fazendo-se um recorte temporal de 5 anos e de textos completos em português. Ao final, 11 artigos foram utilizados para essa revisão. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Diante de uma análise qualitativa e quantitativa dos quadros apresentados no DATASUS TABNET, podemos verificar o declive de adesão às campanhas de vacinação nos últimos anos. O avanço das fakenews, de fato, trouxe descrédito a ciência, levando a hesitação vacinal, o que ocasionou a baixa na adesão vacinal por muitos brasileiros. Isso ocorreu com participação de autoridades públicas e desregulação de mídias, o que favoreceu o crescimento de movimentos obscurantistas antivacinas no Brasil, sendo necessário criação de projetos de lei para contenção destes movimentos, para que no futuro não haja epidemias descontroladas no país.
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O IMPACTO DAS FAKENEWS NO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO.pdf
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