A IMPORTÂNCIA DA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS NO CONTROLE E NA PREVENÇÃO DE INFECÇÃO HOSPITALAR
Authors/Creators
- Josepson Maurício da Silva
- Éverton Prado Lima
- Alexandre Maslinkiewicz
- Bruno Vinicius Pereira da Silva
- Carlos Henrique Nunes Pires
- Cosme Michael Santos Farias
- Carina Luzyan Nascimento Faturi
- Denize Espindola de Castro
- Katia da Silva dos Santos
- Dandara Martins Santos
- Sandra da Silva Calage
- Allyne Dantas Matias
- Maria Cildeni da Rocha Gomes
- Agda Stella Cunha Mainoth
- Paulo Gomes do Nascimento Corrêa
Description
Introdução: A higienização das mãos é reconhecida como uma medida primária no controle de infecções relacionadas à assistência à saúde, considerada um dos pilares da prevenção e do controle de infecções nos serviços de saúde. Objetivo: Identificar as principais estratégias utilizadas na adesão da higienização das mãos e os principais procedimentos utilizados no controle e prevenção das infecções hospitalares. Metodologia: Estudo descritivo de revisão integrativa, realizado com artigos originais disponíveis nas línguas portuguesa e inglesa, publicados nas bases de dados SCIELO e LILACS, no período de 2015 a 2021. Resultados e Discussões: Encontrados 175 artigos, dos quais, 16 estão nesta pesquisa. Os resultados foram classificados em dois eixos temáticos: as principais estratégias utilizadas para aumentar a adesão da higienização das mãos e os principais procedimentos utilizados no controle e prevenção das infecções hospitalares. As estratégias mais relatadas pelos artigos inclusos foram: o incentivo ao uso do álcool (100%) e Treinamento (68,75%). Já os procedimentos mais relatados foram: higienização das mãos com preparações alcoólicas (100%) e uso de equipamentos de proteção individual (50%). Conclusão: A aplicação de produtos antissépticos, especialmente com base alcoólica, mostrou ser a estratégia e o procedimento mais utilizado no controle e na prevenção das infecções hospitalares. Apesar do conhecimento da importância da higienização das mãos e dos avanços e medidas estabelecidas para prevenção e controle das infecções, a baixa adesão pelos profissionais às recomendações, vem sendo um desafio para as instituições, devido à dificuldade na mudança de hábitos.