ATENÇÃO PRIMÁRIA NO CONTEXTO DA SAÚDE DA CRIANÇA: ASPECTOS QUE INTERAGEM NO COTIDIANO DAS PRÁTICAS
Authors/Creators
- Vinícius Costa Maia Monteiro
- Victor Guilherme Pereira da Silva Marques
- Jocasta Maria Oliveira Morais
- Fátima Raquel Rosado Morais
- Mariel Wágner Holanda Lima
- Hedney Paulo Gurgel de Moraes
- Híngridy Barbosa Gurgel de Moraes
- Olga Maria Castro de Sousa
- Aryanne Katiuska da Silva Souza
- Alvim João Faust
- et al. Show all 16 authors
- Vinícius Costa Maia Monteiro
- Victor Guilherme Pereira da Silva Marques
- Jocasta Maria Oliveira Morais
- Fátima Raquel Rosado Morais
- Mariel Wágner Holanda Lima
- Hedney Paulo Gurgel de Moraes
- Híngridy Barbosa Gurgel de Moraes
- Olga Maria Castro de Sousa
- Aryanne Katiuska da Silva Souza
- Alvim João Faust
- Victor Guilherme Pereira
- Joyce Batista de Medeiros Fonseca
- Felipe Magdiel Bandeira Montenegro
- Wesley da Silva Paiva
- Teresinha de Jesus Pereira
- Izabella Savergnini Deprá
Description
Introdução: A atenção primária à saúde objetiva a oferta de ações de cuidado integral à saúde. Nessa dimensão os serviços se organizaram para atender as demandas dos grupos, inclusive o infantil, que necessitou de transformações com ênfase na promoção da saúde. Apesar das mudanças propostas no padrão assistencial vigente, observa-se que as práticas destinadas ao público infantil continuam pautadas no modelo assistencial hegemônico curativista, que influencia os trabalhadores e gestores da saúde. Objetivo: Identificar os aspectos que interagem na organização das práticas destinadas à atenção à saúde da criança, no contexto da APS, a partir do olhar dos trabalhadores. Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo, de caráter descritivo, realizado em oito Unidades Básicas de Saúde da Família de Mossoró-RN. Os dados foram coletados através de entrevistas semi estruturadas e analisadas a partir da construção de categorias temáticas. Resultados: As dimensões encontradas no estudo estão diretamente relacionadas às formas de fazer as práticas em saúde ao longo dos últimos tempos; ao processo de formação em saúde; a infraestrutura inadequada nas unidades da ESF; a precarização nas relações de trabalho; ao contexto de produção cotidiana nos serviços e, ainda, ao cotidiano político e econômico que modela o saber/fazer. Conclusões: Pode-se sugerir que para melhorar o trabalho em saúde na APS relacionado à saúde da criança, há a necessidade de capacitar os profissionais de saúde nos contextos dos espaços de produção da saúde. Ainda aponta-se para a transformação física dos espaços, entendendo essas condições como indispensáveis na produção dos serviços de saúde oferecidos.