Roupa, memória e violência: A tecnologia viraliza e a arte denuncia
Authors/Creators
Description
O estudo em questão considera o lado subjetivo do vestir e a memória atrelada a essas vestimentas. Defendo que, a memória do vestir pode abarcar três esferas: o campo individual concernente a narrativas únicas e o campo da delimitação histórica, sendo que essas duas desembocam em uma terceira perspectiva discutida dentro do campo da sustentabilidade. Dentro das possibilidades subjetivas da roupa, a memória tem grande destaque. Faço aqui um recorte das vestimentas que carimbam momentos de trauma onde as roupas desempenham um papel de denúncia em episódios perturbadores, traçando um paralelo entre a artista Regina Galindo em sua performance “Presencia” e uma chamada “trend” do Tik Tok, tendo ambas as intervenções a roupa como objeto de memória em situações de violência contra mulheres. Onde essas duas ações que se comprometem a falar de situações tão semelhantes em contextos diferentes se aproximam e se distanciam?