O Pós-humano em Detroit Become Human
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O presente artigo aborda a análise entre o conceito de pós-humano e sua relação com o game Detroit Become Human, percebendo as formas simbólicas presentes nas personagens e contextos durante o arco introdutório da história. O objetivo é apontar como as fronteiras nas relações entre homem e máquina se tornam cada vez mais tênues, principalmente na forma como as máquina, no caso os androides no game, se parecem cada vez mais com os humanos e isso estabelece reconfigurações nas formas de relações sociais. A fundamentação teórica se apoia nos conceitos de Lúcia Santaella sobre o pós-humano e nos estudos de Gunther Kress e Theo Van Leeuwen sobre multimodalidade e leitura de imagens por meio da teoria sociossemiótica.
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