NARRATIVAS DA MEMÓRIA: A CIDADE COMO MUSEU CONECTIVIDADE, PRÁTICAS ARTÍSTICAS E MUSEOLOGIA SOCIAL CONTEMPORÂNEA
Description
La presente discusión propone analizar el lugar del arte en el ámbito de la esfera pública contemporánea a partir de la dilución y el desplazamiento del objeto hacia el campo de la experiencia estética. Transitar entre la autonomía y la instrumentalización parece ser uno de los dilemas enfrentados por el arte que incide en dinámicas sociales, práctica contemporánea derivada del arte público y sus recientes hibridaciones. Tales cuestiones pueden iluminar un debate sobre las prácticas críticas como campos de acción procesales y colaborativos apuntando a renovadas formas de comunicación, apropiación, interacción y pertenencia. Se pretende investigar los modos de hacer artísticos compartidos en red, los procesos de transformación en el territorio de ellos derivados e implicaciones políticas en el tejido social. En el caso de los museos del Territorio situados en la ciudad de Río de Janeiro como parte de una experiencia a / r / tográfica (IRWIN, 2005), se establece una plataforma de acción, reflexión y análisis acerca de prácticas artísticas como procesos de escritura creativa co-elaboractiva junto a Museos del Territorio situados en la ciudad de Río de Janeiro como parte de una experiencia a / r / como mediación cultural y activación de los territorios. Concebida como un museo difuso, nómada y temporal en diálogo con el concepto de Geopoética de los Sentidos (AMARAL, 2015), la plataforma de practices artisticas problematiuza y pone en evidencia otros patrimônios, operando como dispositivo de memória contra el “desperdício de la experiencia” (SANTOS, 2010), con base en una poética del Sur.
A presente discussão propõe analisar o lugar da arte no âmbito da esfera pública contemporânea a partir da diluição e do deslocamento do objeto para o campo da experiência estética. Transitar entre a autonomia e a instrumentalização parece ser um dos dilemas enfrentados pela arte que incide em dinâmicas sociais, prática contemporânea derivada da arte pública e suas recentes hibridizações. Tais questões podem iluminar um debate sobre as práticas críticas como campos de ação processuais e colaborativos apontando para renovadas formas de comunicação, apropriação, interação e pertencimento. Objetiva-se investigar os modos de fazer artísticos compartilhados em rede, os processos de transformação no território deles decorrentes e implicações políticas no tecido social. Estabelece uma plataforma de ação, reflexão e análise acerca de práticas artísticas como processos de escrita criativa co-elabor- -ativas junto a Museus do Território situados na cidade do Rio de Janeiro como parte de uma experiência a/r/tográfica (IRWIN, 2005) como mediação cultural e ativação dos territórios. Concebida como um museu difuso, nômade e temporário em diálogo com o conceito de Geopoética dos Sentidos (AMARAL, 2015), a plataforma de práticas artísticas problematiza e coloca em evidência outros patrimônios possíveis, operando como dispositivo de memória contra o “desperdício da experiência” (SANTOS, 2010), com base em uma poética do Sul.