O USO DA IMAGEM NAS PERFORMANCES CULTURAIS DA ORQUESTRA DE LAPTOPS DE BRASÍLIA: UM RELATO SOBRE IMPROVISAÇÃO DE SOM E IMAGENS
Description
The Brasilia Laptop Orchestra is a collective of digital and experimental interactive music, inspired by recent innovations in computer music playback format, whose purpose is to integrate the body in motion the production of sound and image it directly derived as a means to accomplish works that emphasize respect for the environment, awareness for human development and social inclusion. The orchestra uses languages and techniques that easily integrate dance and the visual arts, looking to experience truly contemporary creative processes in the sense of collaborative construction of a new holistic and systemic paradigm. In this article, we present a personal account, respectively as a violinist and director of Brasilia Laptop Orchestra, on the development of sound and its relation to images generated by Holofractal system Transduction of Music and Image (HTMI) developed by the orchestra director MAX/MSP. We used as a means of reporting, performing presentations in the years 2013 to 2015 in various types of spaces and exhibitions (Funarte, CCBB, UNB and various events). The sound and image resources used in presentations offer unprecedented possibilities for creating and walk in an integrated way to poetic concepts of the new paradigm, seeking a quantum leap for musical and visual interpretation.
A Orquestra de Laptops de Brasília é um coletivo de música digital e interativa experimental, inspirado pelas recentes inovações no formato de execução de música computacional, cuja proposta é integrar o corpo em movimento à produção de sons e imagens diretamente dele derivados, como meio de realizar trabalhos que enfatizem o respeito ao meio ambiente, a conscientização para o desenvolvimento humano e a inclusão social. A Orquestra se utiliza de linguagens e técnicas que a integram facilmente à dança e às artes visuais, buscando experimentar processos criativos verdadeiramente contemporâneos, no sentido da construção colaborativa de um novo paradigma holístico e sistêmico. Nesse artigo, apresentamos um relato pessoal, respectivamente como violinista e diretor da Orquestra de Laptops de Brasília, sobre a elaboração de sons e em sua relação com imagens geradas pelo sistema Holofractal de Transdução de Música e Imagem (HTMI) desenvolvidas pelo diretor da orquestra em MAX/MSP. Utilizamos, como forma de relato, apresentações performáticas realizadas nos anos de 2013 a 2015 em diversos tipos de espaços e exposições (Funarte, CCBB, UnB e eventos diversos). Os recursos de som e imagem utilizados nas apresentações oferecem possibilidades inauditas de criação e caminham de forma integrada aos conceitos poéticos do novo paradigma, buscando um salto quântico para a interpretação musical e visual.