Published May 7, 2016 | Version v1

A TECNOLOGIA DOS FAB LABS NO PROCESSO DE ESTÍMULO CRIATIVO NA MODA

  • 1. PUC- SP
  • 2. FMU

Description

This work proposition lends itself to elucidate how accessible technology can provide a potential revolution for the new ways to create, commercialize and consuming Fashion through the use of experimental, innovation and collaboration spaces, inherent from the current digital culture called fab labs or manufacturing labs that are democratic spaces with the digital manufacturing and equipped with computers, softwares and other digital and electronic tools. This tools are free for knowledge and sharing between people from variousfields of knowledge. As in other sectors of the economy, the creative technological innovation in fashion is largely in the hands of industries by limiting its application for a reduced and prefixed number of projects with creative content and with economic value wich seeks for demand soluction and wishes in the fashion sector. Based on the concept of “do it yourself”, the Fab Labs promote participation and real ownership of technological tools at low cost and the sharing model and production of knowledge stimulates the creative freedom of individuals generating a maker culture where anyone can create a product with autonomy. For a fashion designer this behavior provides the front of prototype and test the acceptance of your idea, lowering costs and an exchange of mutual knowledge. The possibilities for the Fashion market guides, especially the use of 3D printers in the manufacture of collections but there is a strong tendency for wearables or "wearable technology" using basically microchips and Arduino circuit, essentially materials present in Fab Labs. These concepts are still not ingrained in our productive culture, they seems to be in a rising and bring them to a universe that dictates behaviors as Fashion results in expansion of a creative and innovative market and besides, expands the production of knowledge.

 

Essa proposição de trabalho se presta a elucidar como a tecnologia acessível pode proporcionar uma revolução potencial para novas formas de criar, comercializar e consumir moda através do uso de espaços de experimentação, inovação e colaboração inerentes do impacto da cultura digital atual denominados fab labs ou laboratórios de fabricação que são espaços democráticos com foco em fabricação digital e equipados com computadores, softwares e demais ferramentas digitais e eletrônicas de uso gratuito e livre para o compartilhamento do conhecimento entre pessoas dos mais diversos âmbitos do saber. Assim como em outros setores da economia, a inovação tecnológica criativa na moda está em grande parte em poder das industrias limitando sua aplicação para um número reduzido e anteposto de projetos com conteúdo criativo e de valor econômico que buscam por soluções da demanda de desejos do setor Fashion. Partindo do conceito do faça você mesmo os Fab Labs promovem a participação e apropriação real de ferramentas tecnológicas a baixo custo e o modelo de compartilhamento e produção do conhecimento estimula a liberdade criativa dos indivíduos gerando uma cultura maker onde qualquer pessoa pode criar um produto com autonomia. Para um designer de moda esse comportamento proporciona a dianteira de prototipar e testar a aceitação de sua ideia, barateando custos e em uma troca de conhecimento mútua. As possibilidades para o mercado de moda norteiam, principalmente, o uso de impressoras 3D na confecção de coleções mas há uma forte tendência para wearables ou “tecnologias vestíveis” utilizando basicamente microchips e circuito arduíno, materiais essencialmente presentes nos Fab Labs. Esses conceitos ainda não estão arraigados em nossa cultura produtiva, mas se mostram em grande ascensão e traze-los à um universo que dita comportamentos como o da moda resulta em expansão de um mercado criativo e inovador além de expandir a produção de conhecimento.

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