Published October 29, 2021 | Version v1
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NUANCES DA LINGUAGEM EM USO: O sujeito sob diferentes perspectivas

  • 1. UEPB - UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

Description

Estudar o funcionamento da linguagem, em seus mais diversos contextos de uso, nos possibilita conhecer, dentre tantos fatores, a nossa relação em sociedade, uma vez que o nosso sistema linguístico (tomado aqui de forma mais ampla como, por exemplo, o uso dos gestos, das produções vocais, do direcionamento do olhar etc.) é a ferramenta cultural mais bem marcada diante das nossas habilidades de interação e de negociação de sentidos nos espaços cotidianos.
São inúmeros os caminhos de investigação teórico-analítica acerca da linguagem humana. Frente a esses tantos objetos, escolhi organizar mais uma obra com foco nos desvios, distúrbios, síndromes, aspectos do envelhecimento, acessibilidade, inclusão, psicoterapia, representações sociais de sujeitos com especificidades na sua forma de interação. Temas esses tão caros aos nossos ambientes acadêmicos, aos nossos laboratórios de pesquisa.
Embora sejam nichos tão importantes, passamos por um momento histórico na nossa nação, que põe em risco o olhar sobre a nossa produtividade, sobre o nosso tempo debruçado em leituras, investigações, construções metodológicas e análises de dados. Nossas universidades públicas passam por crises econômicas, políticas, estruturais e ideológicas, mas permanecem dando visibilidade a um dos lados fundamentais do seu tripé: a pesquisa.
Nossos trabalhos diários são resultados dos frutos de pesquisadores jovens, mestres e doutores, mulheres e homens, pessoas de todos os gêneros, de várias etnias e instituições, que vêm dando continuidade ao brilhantismo adquirido pelo Brasil há algumas décadas: o investimento em projetos e produções sobre o sujeito diferente, sobre minorias, sobre a linguagem rechaçada, sobre o menos favorecido ou sobre aquele que, aparentemente, não tem voz. Posso lançar mão da ousadia em afirmar que este livro, com 15 capítulos, é um símbolo de resistência. E justifico.
Os textos que compõem o caráter exímio deste trabalho são resultados do tempo, do investimento e do amor à profissão de intelectuais de 13 diferentes instituições brasileiras, além de 01 academia europeia. São elas: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto Nacional dos Surdos, Universidade Estadual de Campinas, Universidade Federal da Paraíba, Universidade Estadual da Paraíba, Universidade Católica de Pernambuco, Universidade Federal de Pernambuco, Instituto Federal do Sul de Minas, Faculdade de Ensino Superior do Piauí, Universidade Federal do Delta do Parnaíba, Universidade Federal de Viçosa, Universidade Federal de Alagoas e Université Sorbonne Nouvelle – Paris III.
Além dessa gama de espaços parceiros, os professores e pesquisadores, cuja contribuição fica evidente a cada página, e a quem sou imensamente grato pela parceria resistente, são profissionais extremamente habilitados para falar dos seus achados, uma vez que tiveram formação em importantes universidades brasileiras, além de terem sido vinculados a espaços científicos internacionais (Université Lumière Lyon II, Sorbonne Nouvelle Paris III, Universidad de Granada - Espanha, Università di Bologna - Itália, Universidade de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa – Braga e Universidade do Porto).
Portanto, temos em mãos o livro Nuances da Linguagem em Uso: o Sujeito sob Diferentes Perspectivas como continuidade à Coleção Linguagens em Uso, cujo primeiro volume começou a ser organizado em 2018.

Diante de tudo o que elenquei, ressalto que o capítulo 1 - A Consciência Fonológica no Desenvolvimento da Escrita de Atípicos: TDAH e Dislexia - de Andreia Cardozo Quadrio, volta-se para os processos de construção da escrita de alunos típicos e atípicos do segundo segmento do Ensino Fundamental. O foco do estudo da autora consiste na comparação entre as ocorrências de processos de hipossegmentação na escrita de textos escolares de sujeitos típicos e de desenvolvimento atípico. Ao longo do texto, são apresentadas as principais características de atipicidades como déficit de aprendizagem, TDAH e dislexia, assim como propostas de como se trabalhar com pessoas que têm essas dificuldades. Por fim, é exposta a elaboração de atividades pedagógicas, com base teórica sólida nas áreas de Fonologia e de outras áreas.
O capítulo 2 - O Papel da Consciência Fonológica nos Déficits de Aprendizagem Linguística - de Nathália Luiz de Freitas com minha contribuição, discorre a respeito da aquisição da modalidade de uso escrita de uma língua requerer a utilização de metodologias educacionais pertinentes a essa função. Nesse texto, voltamos a nossa atenção à habilidade da consciência fonológica, que, em conjunto a outros processos sociocognitivos, é responsável pelas nossas competências linguísticas de decodificar o fonema em grafema e o grafema em fonema. Ao longo do trabalho, são apresentados modelos de exemplos com atividades didáticas de estimulação da consciência fonológica para crianças que estão no 1º ano do Ciclo da Alfabetização.

Já o terceiro texto - A Escola como Instituição Desacolhedora: Afeto e Julgamento em Narrativas de um Jovem Universitário com Dislexia - da autora Talita Rosetti Souza Mendes, mostra que, no Brasil, os estudos sobre a dislexia ainda não avançaram expressivamente e os números acerca do transtorno, por essa razão, não se configuram de modo exato e atualizado. Estima-se que o número de pessoas acometidas pelo distúrbio - que é condição crônica e, normalmente, hereditária - esteja entre 5% e 17% da população. A autora discute acerca de, por ser um local onde níveis de letramento mais avançados são cada vez mais exigidos em tempo padrão para todos os alunos, a instituição de ensino se torna um lugar de repulsa e de aversão para alunos com esse perfil. A relevância do trabalho da pesquisadora em questão consiste no fato de compreender como o sujeito disléxico, com todos os percalços enfrentados cotidianamente, avalia – a partir do afeto e do julgamento - os espaços onde passou boa parte de sua vida. Tais experiências e modos de enxergar suas experiências podem, de certa forma, possibilitar entendimentos que podem contribuir para novos olhares em distintos campos – sobretudo no diz respeito aos contextos pedagógicos.
O texto do capítulo 4 - A Construção Social da Emoção: uma Díade mãe-bebê com Síndrome de Möebius – da autora Ana Paula Nobrega de Melo Samico, aponta para o fato de o desenvolvimento da criança ser constituído por um processo de interiorização do quadro das interações faciais e das trocas com os seus cuidadores e com os objetos inseridos na sua interação. A autora explana a base da lei geral do desenvolvimento cultural, segundo a qual, as aquisições das funções psíquicas superiores aparecem sobre dois planos: no nível social e no nível individual e se manifestam pela passagem de uma fase dita interpsíquica a uma fase intrapsíquica. Ainda é discutido, ao longo do texto, que esse desenvolvimento se dá principalmente pela influência das ferramentas socioculturais. No texto, foi observado o potencial dialógico de uma díade, em que o bebê apresenta uma sequência de malformações congênitas, a Sequência de Moebius, que é caracteriza por anomalias na face, entre outras anomalias, decorrentes de paralisia congênita de dois pares de nervos cranianos conferindo aos sujeitos com a Síndrome uma inexpressividade mímica (face de máscara) e visual (estrabismo).

Dando continuidade, o capítulo 5 - O Processamento da Metaforicidade na Doença de Alzheimer – escrito por Nathália Luiz de Freitas, mostra que a metaforicidade é uma propriedade sociocognitiva humana que integra o cotidiano de nossas práticas na e com a significação, de modo a fazer parte dos fenômenos figurativos, por meio dos quais conceptualizamos e categorizamos os sentidos do nosso entorno. A autora discute que o fenômeno metafórico consiste em terreno fértil para a investigação da conceptualização na Doença de Alzheimer, definida pela literatura neurolinguística tradicional como uma neurodegenerescência de caráter fundamentalmente psicológico, mental, em que há prejuízos mnêmicos e atencionais, bem como comprometimento da linguagem em suas diferentes dimensões. Tal concepção tem alicerçado a investigação da interpretação de provérbios, expressões idiomáticas. Portanto, o objetivo do texto da pesquisadora é ponderar sobre os aspectos linguístico-cognitivos, pragmáticos e discursivos da metaforicidade, bem como o seu processamento, na Doença de Alzheimer, levando em conta as características neuropsicolinguísticas dessa patologia.
O texto que compõe o capítulo 6 - Representações Sociais sobre a Importância da Psicoterapia na Qualidade de Vida de Pessoas Idosas – de Sarah Caroline Milanez Santos, Karolyna Pessoa Teixeira Carlos e Ludgleydson Fernandes de Araújo, discorre acerca das O capítulo 7 - Linguagem e Autismo: a Relação do Tempo Linguístico na Ecolalia – das autoras Larissa Maranhão Castro e Isabela Barbosa do Rêgo Barros, argumenta que os sujeitos com diagnóstico de autismo costumam apresentar certas peculiaridades em sua linguagem oral. Uma delas, a ecolalia, corresponde à reutilização imediata ou posterior de uma sentença anteriormente citada por um sujeito, diferente do autista. Esse fato reforça o caráter repetitivo, atemporal e descontextualizado da linguagem do sujeito autista levando alguns autores a destacarem a ausência de espontaneidade na fala, a pouca expressão comunicativa e a tendência ao monólogo. Tantas lacunas de respostas sobre a linguagem da pessoa autista levaram as autoras à Linguística, mais precisamente à Teoria da Enunciação fundamentada em Émile Benveniste.

Prosseguindo com a organização desta obra, o capítulo 8 - Ecolalia e Autismo: Discussões em torno da Metáfora na Clínica de Linguagem - de autoria das pesquisadoras Isabela Barbosa do Rêgo Barros e Renata Fonseca Lima da Fonte, versa sobre a ecolalia, enquanto sintoma na linguagem configurando uma fala diferenciada da forma como a criança típica fala, em processo de aquisição de linguagem. Para as autoras, a ecolalia não está para o erro, mas funciona como um movimento singular do sujeito na linguagem que, por meio de uma transferência analógica, tece seu discurso. As lacunas existentes nos diferentes aspectos das ecolalias, em que um paciente muda o tom da voz que reproduz ou que, mesmo de modo mínimo, modifica a reprodução da fala do outro, pode indicar nessa “falha” ecolálica uma diferença que mostra a subjetividade do locutor. As pesquisadoras acreditam que, no autismo, há uma inesperada relação em que um sujeito ‘seleciona’ as unidades que farão parte do seu discurso na linguagem de outrem, para em seguida usá-las igualmente ou parcialmente em contextos distintos. Haveria, inconscientemente, uma apropriação total ou parcial do discurso do outro, tornando-o seu.
No que tange ao capítulo 9 - Habilidades Linguísticas no Transtorno do Espectro do Autismo - de Fernanda Aparecida Ferreira de Freitas, Ana Cristina de Albuquerque Montenegro, Cássio Kennedy de Sá Andrade, Isabelle Cahino Delgado e Giorvan Ânderson dos Santos Alves, é feita uma explanação a respeito do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), questão da linguagem que se apresenta como uma série de características que são atribuídas ao indivíduo com dificuldades de se engajar socialmente, bem como padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados. Dentre essas peculiaridades, as alterações de linguagem são tidas como um dos principais aspectos deste transtorno. Os indivíduos com TEA geralmente apresentam desvios quanto à aquisição e utilização da linguagem com alterações nos aspectos morfológicos, fonéticos, semânticos, sintáticos, prosódicos e pragmáticos. Considerando a importância dos estudos sobre a linguagem no TEA e com o intuito de melhor compreensão sobre o tema, o texto dos autores mencionados tem por objetivo apresentar um panorama de estudos realizados em uma revisão integrativa abrangendo estudos em língua portuguesa realizados nos últimos 10 anos.

O capítulo 10 - MobiUfal: Rede Colaborativa de Apoio à Mobilidade de Estudantes com Deficiência – dos autores Neiza Lourdes de Frederico Fumes, Eduardo Monteiro de Lima, Leonardo Silva Costa e Rosiane Oliveira de Amorim mostra que, diante de um cenário social globalizado e potencialmente desenvolvido, o surgimento de inovações tecnológicas e novas políticas públicas têm favorecido a promoção e a garantia de direitos, sendo esses, constitucionais e essenciais para desenvolvimento de uma sociedade democrática, com equidade de oportunidades das quais atendam as especificidades de cada cidadão dentro da sua singularidade. Os autores discutem que, no caso de pessoas com deficiência, tais inovações têm ampliado as suas possibilidades de acesso a bens e serviços sociais ao ampliar a acessibilidade dos ambientes, dos transportes, dos meios de comunicação. Esses pesquisadores tiveram o objetivo de apresentar uma solução viável e de baixo custo desenvolvida pela equipe do Núcleo de Acessibilidade – NAC da UFAL, com o propósito de minorar os problemas de mobilidade enfrentados pelos estudantes com deficiência daquela instituição.
A contribuição do capítulo 11 - O Estatuto do Toque na Interação Mãe-criança Cega: Contribuições para a Atenção Conjunta – de Renata Fonseca Lima da Fonte, discorre sobre a afirmativa de que, a maioria das pesquisas que propõe discutir o processo de atenção conjunta (momentos de atenção mútua entre sujeitos na interação) tem privilegiado a modalidade visual enquanto mediadora dos contextos de interação, pois há uma tendência de os pesquisadores considerarem que as capacidades da atenção conjunta serem dependentes da informação visual, por ser direcionada pelo olhar e gestos, como o apontar, que dependem da visão para serem percebidos. Saindo da perspectiva estritamente visual, a autora discute o estatuto do toque, na especificidade da cegueira, e suas contribuições para a atenção conjunta a partir da interação mãe-criança cega, com o propósito de compreender os papéis do toque nessa interação peculiar.

O capítulo 12 - A Construção de Gestos Emblemáticos por Crianças com Síndrome de Down em Contextos de Atendimento Clínico – de autoria das pesquisadoras Ediclécia Sousa de Melo e Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante, discute o papel dos gestos emblemáticos executados por crianças com Síndrome de Down em interação com as terapeutas. As autoras utilizam registros videográficos de cenas naturalísticas de atendimento fonoaudiológico. Os dados foram coletados quinzenalmente na Clínica Escola de Fonoaudiologia da Universidade Federal da Paraíba. Em relação aos integrantes, participaram da pesquisa duas crianças com SD e duas terapeutas interagindo em contextos lúdicos. Os resultados deste estudo apontam para o uso de variados gestos emblemáticos pelos sujeitos.
A contribuição do capítulo 13 - Da Referência à Referenciação: Interação e Sentido entre Terapeutas e Crianças com Síndrome de Down – de minha autoria, engloba uma discussão pautada na noção de referência e de referenciação, nos estudos da linguagem. No texto, faço um percurso desses conceitos pautados na Lógica, na Filosofia da Linguagem e nos estudos atuais da Linguística. Essas investigações são relevantes para se entender que a referência não é uma etiquetagem de coisas no mundo, mas o resultado de uma dinâmica negociativa entre sujeitos dialógicos. Estudos como esse que trago desmistificam a linguagem diferente e nos leva a traçar novas formas de interação com crianças, adolescentes e adultos que usam outras formas linguageiras para se colocar nos processos interativos, enquanto sujeitos reais. Meu objetivo é argumentar sobre processos de referenciação e negociação de sentidos em contextos face a face, entre crianças com Síndrome de Down e terapeutas da linguagem.
O penúltimo texto - Caminhando para uma Prática Pedagógica Inclusiva: Significações de uma Professora Universitária – produzido por Soraya Dayanna Guimarães Santos, Eliane Cristina Moraes de Lima, Maria Quitéria da Silva e Neiza de Lourdes Frederico Fumes nos alerta a respeito de a inclusão de alunos com deficiência na Educação Superior ainda enfrentar barreiras, que se configuram como entraves e/ou obstáculos à permanência e à aprendizagem desses sujeitos na educação formal superior. Sendo assim, no contexto da educação, o professor desempenha um papel preponderante para que o aluno com deficiência consiga transpor essas barreiras e possa construir seu conhecimento, haja vista ele ser o agente mediador do processo de aprendizagem. Apesar dessa inquestionável importância, para os autores, é preciso ter claro que a inclusão não se faz apenas com o professor, pois deve ser um projeto articulado entre as esferas familiar, escolar e social. As experiências do sujeito em sua trajetória de vida podem marcar a sua maneira de pensar, sentir e agir. Assim sendo, uma vez que o acesso de alunos com deficiência no ensino superior está aumentando, faz-se necessária a busca pela apreensão dos sentidos e significados constituídos pelos professores sobre suas práticas pedagógicas quando eles têm alunos diversos em suas turmas.

Para encerrar este volume, a última pesquisa - Narrativas de Conflito de um Aluno Surdo: do Estigma na Família à Descoberta da Surdez na Escola – escrita por Glauber de Souza Lemos e Maria das Graças Dias Pereira, focaliza nas narrativas de conflito de um aluno surdo, em relatos de experiências de vida. As narrativas emergiram em entrevista de pesquisa junto ao pesquisador-intérprete, um dos autores do texto, e um entrevistado surdo. Os autores acreditam que o seu texto tem relevância do ponto de vista teórico, na ordem da narrativa, e social, no âmbito da interação entre surdos e ouvintes, no contexto na família e da escola. O estudo sobre narrativas de conflito de surdos tem sido pouco explorado, em especial, desconsiderando a voz do surdo, sobre suas experiências no âmbito familiar e escolar, foco do presente estudo. Os autores do texto apontam, ainda, que no âmbito da escola, os estudos já indicam a voz de alunos surdos, que reivindicam maior espaço e representatividade para a sua identidade.
Posso garantir que, ao longo desta obra, serão encontrados textos muito sensíveis, realistas e com discussões atuais, sem acarretar no afastamento da cientificidade e destacando caminhos do funcionamento da linguagem distantes da biomedicina clássica, cuja visão estava pautada em tratamentos de sintomas.
Como diz a epígrafe da obra, é como se cada sujeito da linguagem por nós acolhido e disposto a ser mencionado nos nossos dados, “fosse todo um universo” e seria uma perda incomensurável para nós deixarmos as nuances da sua linguagem “caírem no chão”.
Portanto, finalizo esta apresentação direcionando nossas contribuições para estudantes, profissionais da linguagem, leitores curiosos e futuros pesquisadores da Pedagogia, Psicopedagogia, Fonoaudiologia, Letras e áreas semelhantes a resistirem conosco na navegação desse universo singular, que é a linguagem em uso.
O organizador

Publicação EDUEPB disponível no site: http://eduepb.uepb.edu.br/e-books/

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Nuances da linguagem em uso O sujeito sob diferentes perspectivas 2.pdf

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