Um homem de 53 anos de idade consultado pelo aparecimento de dor intensa na fossa ilíaca esquerda, sem outros sintomas associados. Ele negou a existência de febre. Ele não se referiu ao tratamento domiciliário habitual ou à história pessoal ou familiar de interesse. O exame físico revelou ligeiro excesso de peso e palpação dolorosa ao nível da fossa ilíaca esquerda, juntamente com a defesa abdominal. Os sons intestinais e o resto do exame foram normais. Os testes laboratoriais gerais mostraram um GGT de 88 U/l, ferritina de 297,11 ng/ml e CRP de 7 mg/dl. Todos os outros parâmetros eram normais. As manifestações clínicas eram sugestivas de diverticulite aguda. Dada a persistência e intensidade da dor, bem como para confirmar o diagnóstico suspeito, foi realizada uma tomografia computorizada do abdómen, que revelou uma diverticulose sigmóide sem sinais de diverticulite. Uma secção abdominal superior mostrou inflamação da gordura adjacente ao cólon descendente, que correspondia a um apêndice epiléptico, provavelmente no contexto de apendicite aguda secundária à torção do apêndice.

O doente foi diagnosticado com "apendagite" ou "apendagite epiplóica" e recebeu tratamento conservador com anti-inflamatórios orais durante 7 dias, com melhoria progressiva dos sintomas e sem complicações. Os antibióticos e a admissão hospitalar não eram necessários.


