Um paciente do sexo masculino de 35 anos com um tumor no pólo superior do testículo direito encontrado por acaso durante a auto-exploração, razão pela qual assistiu a uma consulta urológica onde foi realizado um exame físico, revelando uma massa de aproximadamente 1cm de diâmetro, dependendo do epidídimo, e uma ecografia testicular, que foi relatada como uma lesão nodular sólida na cabeça do epidídimo direito. A ressonância magnética foi realizada. Confirmação da massa nodular, sendo o tumor adenomatoide do epidídimo a primeira possibilidade de diagnóstico.

Foi decidido, em ambos os casos, ressecar cirurgicamente o tumor nodular na cauda epidídima direita, sem realizar uma orquiectomia subsequente.
Em ambos os casos foi realizado um exame anatomopatológico da peça cirúrgica. Achados histológicos macroscópicos: formação nodular de 1,5 cm (caso 1) e 1,2 cm (caso 2) de consistência firme, cor esbranquiçada e bem demarcada. Microscopicamente, observou-se uma proliferação tumoral, constituída por estruturas tubulares em que a celularidade apresentava núcleos arredondados e alongados sem atipias citológicas e ocasionalmente apresentava citoplasma vacuado, todos compatíveis com o tumor adenomatoide do epidídimo.


