Eu sempre vivi no Barreiro.
Gosto do Barreiro porque é em cidades onde cresci.
Tenho meus amigos.
Quando quero ir treinar e o trabalho,
conciliar as duas coisas,
em pouco tempo põe-me no treino.
No momento que eu quero ir para a água,
vou para a água, treino, faço o que tenho a fazer.
Vou para a água, treino, faço o que tenho a fazer.
Francisco Teixeira.
Já o conheço desde que entrei para o clube,
desde 1999.
Sempre nos demos bem.
Conseguimos trabalhar na equipa.
É por isso que estamos nesta classe.
Gostamos um do outro, que é essencial também.
Primeiro tudo, gosto da vela porque é diferente.
É um desporto diferente.
É desconhecido.
É único.
É um desporto de muito esforço,
decação, empanho.
Vela para mim é uma paixão.
A classe é 420.
Se chama-se 420 pelo tamanho do barco.
O meu objetivo é o Jogos Olímpicos 2016.
Para mim, andar à vela tem que ser com vente,
que é as condições que eu mais gosto.
É uma coisa difícil de aprender.
Temos que estar completamente concentrados.
Sinta água, vente.
Sinta força que tenho a andar à vela.
Consigo ver e sentir o vento aproximar-se.
Temos que ter um trabalho muito mental.
Temos que ser rápidos a decidir.
Ao contrário dos outros vencedores,
quando acabam a vela ligera,
pensam em fazer cruzeiro,
dar voto ao mundo.
Eu não penso em ser treinador,
particular a minha informação que tenho.
Ensinar e formar os campeões de futuro.
