O Amorato e o Canal Saúde está começando.
Toda semana o Canal Saúde traz para você, de alguma parte do país,
a realidade de um grupo, de uma comunidade, para a gente discutir saúde, qualidade de vida,
políticas públicas e cidadania.
No programa de hoje você vai conhecer as lutas e conquistas das quebradeiras de coco babassu
do assentamento de São José dos Mouras, no município de Lima Campos, no Maranhão.
Uma história de mulheres que brigam pelo direito de colher o fruto da palmeira de babassu.
Porque da palha se faz casa para morar, já é meio de ajudar a maior população.
Ei, não derruba essas palmeiras, ei, não devora os palmeirais.
Tu já sabe que não pode derrubar, precisamos preservar.
Do babassu, tudo se aproveita.
Aqui é minha casa, eu sou quebradeira de coco e tudo aqui é aproveitado.
A coberta é de palha do babassu, as paredes é feita de talo, também é do babassu.
A casca faz o carvão e a amêndoa se tira o azeite ou se vende para ter um retorno do recurso mais rápido.
E para conversar sobre as quebradeiras de coco e babassu, convidamos Rosana Ernger, coordenadora do Programa de Direito das Mulheres da ONG ActionAid,
Cynthia Martins, socióloga e pesquisadora do projeto Nova Cartografia Social da Amazônia e Maria Delina Chagas,
a dada do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco e Babassu.
A gente acabou de ver essas mulheres na sua caminhada para colher o babassu.
Dada, quem são as quebradeiras?
Somos nós mulheres que levantam cedo para botar a mão na massa.
A gente trabalha coletivo, as mulheres se juntam, se articulam um dia antes.
Para organizar no dia seguinte sete horas, sete e meia da manhã e encaminhada para o mato para quebrar o coco babassu.
Ou para coletar, juntar, catar o coco para trazer para casa.
A gente trabalha de duas formas.
O quebra lá no mato ou traz para casa.
Ultimamente a gente acha melhor trazer para casa, porque aproveita a casca para fazer o carvão.
Rosana, é uma atividade tipicamente feminina?
Na verdade, a atividade de quebrar o coco, durante muito tempo ela sempre foi vista como uma atividade de mulheres.
Continua sendo vista assim, porque os homens vão para a roça e as mulheres acabam fazendo essa atividade
com uma dada que falou que pode ser em casa, que pode ser de uma forma coletiva.
E aí acaba sendo, antes vista, como uma complementação de renda para as mulheres e para a família.
E é cada vez mais a gente ver que é uma fonte mesmo de sobrevivência.
E sim, Tia, existe uma tradição nisso.
As mulheres normalmente entram nessa atividade de quebrar o coco.
O que você pode perceber no seu estudo?
A atividade de quebrar o coco é predominantemente feminina.
Dependendo da região, o complemento de outras atividades que pode ser a pesca,
em áreas onde elas têm acesso à pesca.
E aí, em cada uma dessa área, porque a área dos babaçoais ela é bem extensa.
Em cada região tem uma situação específica de complementação de atividade.
E são mulheres de todas as idades? São meninas também?
No processo de socialização, as adolescentes começam também a aprender,
porque é uma atividade que é importante também de ser repassada, é um conhecimento que é importante também de ser repassado
para a própria reprodução do grupo.
Então você tem situações onde as meninas elas aprendem, né?
Eu comecei muito cedo, eu comecei a quebrar coco e experimentar.
Aprender, na verdade, eu tinha 7 anos.
7 anos de idade.
O que não acontece agora com as crianças, né?
Dada, solidariedade é uma questão que existe entre as quebradeiras, né?
Fala um pouquinho do mutirão, o que que é?
Mutirão é a nossa forma de trabalho.
Nós não trabalhamos individual.
Quando vamos quebrar o coco, juntar o coco, juntamos 3, 4, 5, 10 mulheres.
Então esse trabalho, quando vamos cobrir a casa, todos os homens e às vezes até as mulheres vão ajudar.
Quando você tem uma quantidade grande de coco, outras mulheres se juntam para quebrar o coco para você.
Mas o coco é seu.
E você que vai vender essa mente.
Eu vendo, eu junto o coco, nós vamos juntar coletivo.
Aí eu junto uma carga, ela junta outra carga, a gente separa aqui os montes.
Aí no dia que eu vou quebrar, elas vêm quebrar aquele coco todo para mim.
Aí depois eu também vou ajudar a quebrar o dela.
Então essa é uma forma solidária e também melhor.
Então eu estou devendo uma prestação e tenho o preciso de uma quantidade maior de coco.
Então elas vêm quebrar para me ajudar a pagar minha prestação.
Então é um trabalho bem interessante.
Como é que essa questão do mercado?
Ele absorve esses produtos que elas estão produzindo?
Bom, primeiro tem essa questão do aproveitamento para o consumo,
como foi mostrado ali no vídeo, que ela aproveita tudo para casa, para alimentação, para o carvão.
E depois tem a questão da comercialização, principalmente da amêndoa.
Como se se dá?
A área do Abassu no Brasil pega esses quatro estados, maranhão, tocantins, Piauí e Pará.
Então tem situações diferentes dependendo de cada local.
Tem locais que já tem uma formação de uma cooperativa,
que já tem mais estruturado a questão da comercialização, com definição de preço mínimo.
E em outros locais tem mais dificuldade dessa distribuição acontecer.
Então ainda tem uma dependência com intermediários, que compram provavelmente por um preço menor.
E acaba sendo uma remuneração pequena para o esforço de quebrar um quilo,
quantos quilos de amêndoa, são horas de trabalho para isso.
E às vezes você não tem uma remuneração correspondente.
E o que é comercializado normalmente é a amêndoa, né?
É a amêndoa.
Não falta mercado para amêndoa, até disputa entre as empresas.
Quanto que você chegou a ganhar, você consegue...
Dá para a gente uma média dada?
De quanto que vocês conseguem receber por esse serviço, por esse trabalho?
Nós não chegamos a um salário mínimo.
Quem produz bem chega a ganhar 180 reais por mês, mas não chega a um salário mínimo.
E dá para viver como é que vocês vivem lá?
Dá para a gente...
Não sei se viver, mas sobreviver dá.
Diante da situação do nosso país, a gente também não tem capacitação para arrumar empregos fora.
E também não temos interesse.
Somos de uma área de assentamento que a gente quer o desenvolvimento daquele assentamento.
A reforma agrária para nós é a solução.
Então nós somos felizes com o que ganhamos.
E dá muito bem para comprar o açúcar, o café.
Dá até de comprar vestido novo e sapato novo, maquiagem.
Então dá, dá a gente viver.
A dificuldade maior é para a questão de saúde, porque saúde é muito caro.
Quando é para fazer exames, precisa recorrer a outros meios,
vende a galinha, vende o porco, vende uma vaca, quem tem esses animais.
E quem não tem ajuda, o marido ajuda de uma outra forma para ir em busca da saúde.
Bem, a gente vai ouvir agora duas quebradeiras de coco lá de São José dos Mouras,
a Aline e a Nezinha.
O mais difícil que eu acho é caçar o porco.
Porque a gente vai para as esquinhas de formato,
aí a gente tem que andar com uns metros cantadas,
senão a gente espera que o porco vai fazer um monte,
que não dá para a gente carregar nas costas, porque aí a gente chega até a doercer.
Quase todo mundo dá dano de coluna.
A nossa atividade de quebra-coco é uma atividade perigosa,
porque a gente lida com lâmina, com macete e às vezes a gente se corta, tem algum problema.
A gente tem que ir de moto ou de bicicleta até na estrada para pegar um transporte para ir para a cidade.
Mas como é o serviço da gente, a gente tem que pôr em todo um risco.
Não tem outro? É o jeito desse.
Sinto que riscos são esses que ela fala?
Quais são os riscos envolvidos nessa atividade?
Eu particularmente acho que os riscos maiores,
talvez eles estejam mais relacionados com a pressão que elas sofrem
em função de alguns projetos, pela dificuldade de acesso à terra,
pelas devastações, pelo envenenamento das pindovas,
que são as palmeirinhas pequenas, que correm o risco também de venenar os rios.
Eu vejo os riscos maiores, esses riscos mais estruturais.
Mas na verdade, Cintia, Marcela, o risco que a Nezinha está falando é o risco de mutilação.
Todas nós quebradeiras temos sinalzinhos na mão, no dedo.
Difícilmente uma quebradeira para não ter uma marca.
Então isso é um risco.
O risco é que a gente entra no mato, como dá para a gente ver.
A gente entra para caçar o coco, tem cobra.
A gente entra sem preparo, porque nós não temos preparo de bota.
Nem sempre as mulheres usam uma calça comprida.
Isso também é um risco.
Queda com um cofo na cabeça, pode ter alguns deslocamentos até de ossos.
E nada, você acontece isso lá onde você mora, o que vocês fazem?
Aí é um problema.
Aí é um problema seríssimo.
Porque aí tem que tirar, ou para coroatá, ou para terezina.
Quanto tempo de descarça?
Para terezina são quatro horas e meia de carro, correndo diretamente.
Para coroatá dá umas duas horas e meia.
Porque o hospital que tem o posto médico, o hospital de Lima Campos, é despreparado.
Nem sempre, às vezes quando chega uma criança, ou uma mulher com costa, ou com uma fratura.
Aí não tem uma... a radiografia não está funcionando, quebrou.
Então a gente já acha melhor, sendo um caso assim, mais sério, de picada de cobra.
Nem sempre tem o soro.
E aí a gente acha melhor levar para um lugar jamais elevado, como coroatá, ou terezina.
Porque é garantido que chega lá, tem o atendimento.
A gente vai fazer um pequeno intervalo e volta já, falando das lutas e da organização das quebradeiras de coco.
Não sai daí.
O canal Saúde está de volta hoje conversando sobre a realidade das quebradeiras de coco babassu, de São José dos Mouras, no município de Lima Campos, no Maranhão.
Com Rosana Ehringer, coordenadora do programa de direito das mulheres da ONG Actionade,
Cintia Martins, socióloga e pesquisadora do projeto Nova Cartografia Social da Amazônia,
e Maria Delina Chagas, adada do movimento interestadual das quebradeiras de coco babassu.
Mas antes de continuar a nossa conversa, a gente vai ouvir a Aline, que é quebradeira de coco,
e o seu Raimundo, do sindicato dos trabalhadores rurais.
Para aquela distância culada, você está vendo que tem mais babassu, não foi derribado, mas para cá você está vendo que aqui está ralo o babassu.
Todo o estado do Maranhão é a nossa região que mais tem babassu, e hoje está mais pouco o babassu para o motivo da derribada dos fazendeiros dos grandes proprietários,
derribando os babassuais para formar a pastagem, e com isso cria muitos conflitos com as quebradeiras.
Eu não quero nada da propriedade dele, eu só quero entrar e pegar o babassu, só isso, que ele não plantou, nasceu da natureza.
Cintia, como é que é a relação dos fazendeiros com as quebradeiras?
É uma relação de conflito. O que há em comum em todas essas áreas é esse conflito em relação ao acesso,
que, por exemplo, na área de São José dos Moras, é uma área que as terras públicas foram vendidas muito baratas para os grandes pecuaristas.
Então isso dificultou muito o acesso dessas mulheres, que antes tinham acesso livre, então você tem várias formas de impedimento,
que cada vez essas formas ficam mais sofisticadas.
Atualmente, nesse último levantamento que nós fizemos, a situação que nos deixou preocupados foi essa situação das cercas elétricas,
algumas áreas desses fazendeiros estão cada vez mais aprimorando essas técnicas que dificultam a entrada da quebradeira na área,
por isso que elas têm essa luta pelo livre acesso às áreas de babassual, como bem colocou a LINE,
a luta é pelo acesso para que elas possam recolher esse coco e garantir a reprodução das famílias.
Dada, quantas são as quebradeiras lá no povoado de vocês?
Nós somos quase 400 quebradeiras.
E vocês têm acesso livre às regiões?
Na verdade, o assentamento da reforma agrária no assentamento é livre, uma decisão interna onde nós vivem.
Agora, só que como a área da reforma agrária é pequena, não dá para nós o nosso trabalho do dia a dia, só dentro da área.
Aí a gente tem necessidade de além, então quando a gente anda mais, aí já encontra as cercas, o arano e farpado.
Aí a gente tem que passar por debaixo do arano para coletar o coco e também eles não aceitam a gente quebrar dentro da área deles.
Diz que prejudica o casco, do gado e não sei o que inventam.
Você tem que tirar esse material?
Por isso que a gente tem que tirar, ter todo esse trabalho de trazer de longe, lá do fundo da solta.
Quantos quilos, mais ou menos?
Cada cofo de coco dá mais de 15 quilos.
Carregar na cabeça outras, carrega no ombro para trazer para o pé do arame e para do pé do arame e botar no animal para trazer para casa.
Ou então fazer o monte lá na beira do arame para a gente quebrar.
Então é muito complicado.
E tem outras pessoas que nem deixam entrar de jeito nenhum.
Arendam com teceros para juntar todo o coco para as carvoarias, para fazer carvão, para fornecer, para alimentar as cederúrgicas.
E como é que é isso, Cintia?
Eles vendem e queimam o coco inteiro, então?
Como tem pouca área de floresta, eles começam a apelar para queimar o coco inteiro.
E aí ao queimar o coco inteiro, se destrói toda a possibilidade das diferentes formas de uso que elas fazem desse produto.
E gera conflitos também.
Conflitos graves em função desse acesso.
É por esse motivo que o movimento interestadual das quebradeiras de coco, Babasul, MixB,
tem buscado, junto as câmaras municipais, tem buscado, junto as comunidades,
articular, trabalhar, articulação, organização das mulheres em busca de cidadania, de autoestima,
porque antigamente a gente tinha vergonha de dizer que era quebradeira.
Hoje não, você vê com muita franqueza as mulheres se identificam, então isso já é um resultado da nossa discussão, da nossa articulação.
E é justamente sobre organização que a Bete, que é quebradeira de coco, vai falar para a gente.
Tem uma outra dificuldade muito grande, é que tem uma cooperativa, um grupo de mulheres,
que luta pela melhoria de vida das quebradeiras, enquanto outras só querem ser beneficiadas.
Isso é uma grande dificuldade, aí acaba que esmorecendo, desmotivando algumas.
E outras delas que nem fazem parte só querem tudo pronto e criticam bastante a gente,
mas a vida é assim, a gente tem que mesmo buscar, no país todo assim,
são poucas pessoas que buscam melhoria para muitos, então tem que ser assim, vamos para a frente.
Sim, você percebe a penetração desses movimentos, dessas organizações nos estados que você fez a pesquisa?
É, o que dá para perceber é que são várias organizações que atuam em rede,
elas estão interrelacionadas entre si, que isso é importante, porque são uma força.
Então apesar dos problemas ser específicos, também essa rede de organizações tem algumas lutas em comum,
e uma delas é a luta pelo livre acesso às babassuagens.
E Rosana, que outros benefícios dessas organizações podem trazer para essas mulheres?
A participação no movimento social traz a coletação do espaço da casa e vai para um espaço público,
e tem outro tipo de visão do mundo, muitas vezes, de atuação política,
de envolvimento com outros aspectos da comunidade.
E o Mick Seberi tem lutado por essa lei do babassu livre, né, Cintia?
Como que anda essa lei?
Olha, atualmente 14 municípios têm a lei de livre acesso às babassuais aprovadas.
E recentemente teve uma audiência pública em Brasília,
o projeto foi representado pelo deputado Domingos Dutra,
e atualmente é uma das lutas das bandeiras que unem essa rede de movimentos, né?
Agora, nos municípios em que a lei está aprovada, ela realmente é cumprida?
É só o fato de ter a lei que garante seu cumprimento,
aí que entra também a ação desses movimentos, no sentido de pressionar para que a lei seja cumprida,
elas têm acompanhamento, as lideranças desses movimentos,
elas têm acompanhado, têm denunciado as situações, né?
Porque tem um trabalho também de acompanhamento e de convencimento das demais, né?
E, Rosana, você acompanha outros movimentos também liderados por mulheres.
Você consegue perceber alguma característica comum entre eles?
Eu acho que tem uma ligação, a gente tem buscado aproximar,
e ajudar para que essa aproximação ocorra, as mulheres quebradeiras também estão lutando pela reforma agrária.
As mulheres quebradeiras também estão lutando pelo acesso à educação, pelo acesso à saúde nas suas comunidades,
que são temas importantes do movimento de mulheres.
Se a gente pensar em temas como saúde reprodutiva, o próprio acesso ao serviço de saúde,
são questões que o movimento de mulheres no Brasil, como um todo, está atuando.
Como é que vocês enxergam essa atividade no futuro, das quebradeiras de cumpro?
Então, essa é a nossa grande preocupação, né?
O futuro, com a implantação dos grandes projetos, com essa política,
eu acho que precisa ser melhorado muito, inclusive o PAC,
esse aceleração do crescimento,
com essa visão da forma que está, é uma preocupação muito grande para o movimento.
A implantação dos plantios de cana para o etanol,
o plantio de eucalíbito para alimentar a siderúrgica, a implantação da soja para o biodísio.
Tudo isso são projetos que está ligado ao agronegócio, e a agricultura familiar,
e o desenvolvimento sustentável lá da comunidade se manter,
isso a gente fica meio que preocupado, então, uma preocupação.
E é por esse motivo que o movimento não pode parar.
Você, Rosana, uma última palavra para a gente.
Eu acho que essa questão que a Dada falou do desenvolvimento sustentável
é uma das grandes bandeiras do movimento das quebradeiras,
e é um tema que a gente sabe no Brasil e no mundo, vai cada vez mais se expandir.
Então, acho que, do mesmo jeito que a gente falou, as quebradeiras ligadas ao movimento de mulheres,
por outro lado, todo o movimento ambiental, de proteção ambiental, de preservação,
acho que é o futuro, e cada vez mais elas têm que ser capazes de juntar essa questão da sua sobrevivência
com um tema da sobrevivência do planeta, vamos dizer como um todo.
Ok, Fincher.
Eu acho que eu vejo que uma das formas, a potencialização dessas experiências,
inclusive experiências organizativas, experiências na área de produção,
em quase todas essas áreas, existe uma pequena fábrica de sabonete,
uma cooperativa que exporta olhos, são pequenas iniciativas que às vezes não têm muito incentivo,
e que, vamos dizer assim, fazem a diferença, porque a partir da experiência,
essas formas organizativas, elas potencializam a organização,
elas conseguem colocar esse produto no mercado, sem perder o vínculo com a atividade agrícola,
em todas essas áreas, dada que tem essas mini fábricas,
com apoio também de organizações, com uma acionede e outras,
você tem, vamos dizer assim, uma consiliação de algo mais novo com a própria tradição.
Gente, o programa chegou ao fim. Obrigada, Rosanna Ehringer.
Cintia Martins.
E dada, Maria Delina Chagas.
Eu espero que você tenha gostado do programa.
Se quiser falar com a gente, escreva para Avenida Brasil 4365 Manguinhos Rio de Janeiro,
o CEPA 21 040 330.
Ou então, se preferir, ligue para 0800 701 8122.
Na internet, o nosso endereço é www.canalsaude.fiocruz.br.
Escreva a mãe de seu comentário e sua sugestão.
Na próxima semana, eu te espero em mais um canal Saúde. Até lá!
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