É o momento mais criativo da cidade, é o momento de ter mais possibilidades, é o
momento onde há mais, onde tens mesmo aquela perspectiva de que tudo pode acontecer.
A sentido de urgência não é uma coisa que acontece muitas vezes na vida de uma cidade,
é uma coisa muito, muito espaçada, são ciclos, sei lá, isso é pior que os equinipres, mas
uma oportunidade destas será a sua hora que é 30, 50 anos, não tens ciclos, tens
as pessoas, tens as pessoas, tens a motivação, tens os espaços, tens a disponibilidade das
instâncias burocráticas, tens todos esses fatores que podem permitir, de facto, a pessoa
a vir para aqui usufruir uma cidade no momento único.
Este bocado dos aliados é em Vicentano, que é uma espécie de fronteira, tens o lado
possimental da Baixa, tens os vasos, tens os esperanços, tudo aquilo que é mais conhecido.
Agora tens a zona que está a começar a ser explorada e há para ser mais um zona oriental
da boca de Santa Marteira, o lugar onde passos fomeu, os cobreiros, portanto, isto é
acabo de estar aqui um bocado, os aliados estão acabos em segurança da Baixa, do que
disse, isto é, no quinoa bordo, no quinoa bordo, isto é.
Tens não precisas de bordo de vias, com os auriculares, não precisas nada disso, calças
e mastapatilhas, fases aos paralelos, e comem dois, três corteirões, encontras aquilo
que tu imaginavas e encontras aquilo que nunca passava por ti mesmo.
O momento melhor para vir para conhecer o Porto é sempre o momento presente, agora que
estamos aqui a falar, é daqui a dez minutos, é daqui a um dia, é agora, não é?
