O rio de Janeiro das Boas, o Brasil, todas as pessoas que conheçam o Jobim.
O que atrai o público é o atendimento e a tradição, não é?
São 55 anos, não é?
O cliente tem que chegar e conhecer o garçom pelo nome.
Então você vai numa casa, hoje tem um garçom, a maia tem outro, depois tem outro.
Então o cliente não gosta disso.
Eu tenho 58 anos, trabalho no Jobim há 31 anos.
Nosso show foi eleito vários anos, o melhor show do rio de janeiro.
E a comida também, o petiço, que é feito na hora, salgadinhas são todos muito gostosas.
Os pediscos que mais sai são o Polinho do Bagallão.
A carne seca dociada, que é o tradicional também, é o caro chefe.
E a história do Jobim começou como o papai já estava aqui e eu vim estudar, vim para cá e comecei a trabalhar com ele, não é?
Nós compramos em 1961 e daí adiante começou a ser o sucesso logo nos anos 60 e pouco 70.
Na época já vinha o todo Jobim, o início dos morais.
Não tinha mesa aqui, essa barada não existia, aqui era barril de Chopper,
que as pessoas sentavam em cima e usavam o barril como mesa.
O ambiente aqui no Jobim é eclético, tem uma população matinal, tem uma população de almoço.
São as pessoas idosas, que já brigou do Jobim há 30, 40 anos.
E depois vai passando o dia e a noite, vai vindo os jovens.
Mezinhas do lado de dentro, do lado de fora, eu acho subotitoso você poder optar.
Um lugar perto, você senta no lado de dentro, mas vê a rua acontecendo, as pessoas passando.
E vai até a madrugada, isso aqui na minha época era do baixo Leblon, isso aqui ferivia as 4 horas da manhã.
E quando eu cheguei de 7 horas, às vezes eu não tenho freguês.
Hoje mesmo quando eu cheguei tinha um sentado aqui.
