Muito bem, a partir de agora, nós falamos aqui, direto do restaurante Afigueira Rubaiá,
bairro do Jardins, na cidade de São Paulo, para acompanhar com vocês o evento que marca
o lançamento da décima primeira edição do American Airlines Ski Club, um projeto
muito legal que reúne essa companhia aérea tão tradicional, com diversas estações
de skis dos Estados Unidos. Se liga aí que essa você vai gostar.
Começamos então nosso passeio conosco o Márcio de Oliveira,
variantinin yar veini warruki haberinin
gö цеğe hedefini
ülkeyerossossingen alakalarımız hamiletten ilgilen miliklerimiz
recebendo todos. Décima primeira edição de um projeto e começou pequenininho como piloto e foi crescendo.
Crescendo e acho que daqui a pouco a gente já está até atingindo o México também com esse programa.
Começou com quatro estações, você não enganou.
Com quatro estações de esquia. Primeiro era Aspen, Veil, Parkside e Jackson Hole.
O que a gente, há 11 anos atrás, a gente ia procurar essas estações de esquia para fazer em parte do programa.
Hoje são elas que procuram a gente.
Como foi o caso de que ele, então, agora, que é a primeira estação de esquia na costa leste dos Estados Unidos,
que procurou o programa para fazer parte, querendo atingir esse público, esse mercado brasileiro que só cresce, sei lá.
Vamos passar mais ou menos para quem está nos assistindo lá, que não conhece o projeto.
Para que ele serve, o que que é, enfim, é uma forma de reunir as estações de esquia dos Estados Unidos
numa época importante, que é a época de inverno, e promover facilidades para o turista e facilidades em geral, acho que também.
A gente quer mostrar para o brasileiro que esquia não é a coisa tão elitizada como se tinha na cabeça.
É uma coisa que, mesmo a pessoa que não esquia, ela pode ir para uma estação de esquia, porque ela não vai ficar só esquiando.
Essas estações de esquia dos Estados Unidos têm uma infraestrutura absurda.
Então, você tem restaurantes, você tem shopping. Então, aquela pessoa que não esquia da família,
ela pode acompanhar assim o filho que vai esquiar, e ela pode estar fazendo outra coisa.
E é uma coisa acessível. A família que vai para Orlando hoje, com o mesmo orçamento que ela vai rolando,
ela consegue ir para uma estação de esquia e desmistifica um pouco essa coisa de que é um esporte milionário.
Não que a gente vá popularizar, que é um esporte realmente nunca, vai ser popularizado,
mas é uma coisa acessível para mostrar que também existem outros destinos nos Estados Unidos.
É mais acessível do que parece.
Muito mais do que parece. Por incrível que pareça muito mais.
E é uma sensação muito gostosa. Você está na neve, quando você mora num país que não tem neve.
Até porque é um projeto que gera facilidades financeiras também.
Eu imagine que quando você reúne essas estações todas, há também uma queda, enfim, facilita.
Sim, sim. Essa é a nossa ideia também.
O primeiro ponto que a gente queria trabalhar nesse programa era colocar todos os parceiros juntos,
e então a gente baixar o custo de uma viagem dessa.
Então, a gente conseguia, no início da temporada, até fazer 2.500 dólares uma semana,
com o carro, com a hospedagem, com o passe para esquiar e com a parte aérea, que é o mais caro.
Então, ninguém nunca imaginava que com 2.500 dólares poderia ir para uma estação de esquia, com tudo esse intuito.
Começa quando? Quando que vocês marcam como ponto de abertura da temporada?
A abertura da temporada dos Estados Unidos varia uma data para outra, mas elas ficam muito próximas ali no final de novembro.
Então, todas as estações abrem nessa época do ano, no final de novembro, a primeira semana de dezembro,
e a temporada segue até abril, até a segunda semana de abril.
Então, uma temporada longa para o brasileiro.
Ele pode ir tanto no início da temporada, como mais para o final da temporada, depois de carnaval, quando já está mais calma.
Isso é legal.
Vamos falar um pouco da American Airlines, enfim, uma das principais companhias da era do mundo.
Vamos passar um alguns números só para o pessoal poder conhecer um pouco mais.
Hoje, a América, a gente voa para sete cidades diferentes de um país.
Aqui no Brasil, né?
Então, saindo do Rio São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, o voo novo de Manaus, Miami agora, e Recife Salvador.
Então, a ideia é que a gente amplie ainda mais essa malha, só que a gente tem que aguardar algumas autorizações.
E as novidades também para o final do ano, como a gente depende de autorizações para colocar novos voos,
a gente acaba solicitando voos extras para a alta temporada.
Que é o que vai acontecer no final desse ano, a gente então tem, por exemplo, o Rio D'Alas, que era um voo que tinha três vezes uma semana,
ele passa a ser diário a partir de dezembro.
A gente também está inserindo agora duas frequências por semana de São Paulo para Miami de Urno.
Então, ele sai daqui de manhã, a pessoa está em Miami à noite.
A gente dividiu o voo de Salvador e Recife, que era o mesmo voo que tinha uma escala em Recife, seguia para Miami.
Hoje em dia são voos separados.
Belo Horizonte, Miami diário também, passou a ser diário. Brasília, Miami diário também.
Então, a gente chega aí no final de dezembro, na alta temporada, com quase 112 frequências por semana do Brasil para Estados Unidos.
Quem diria, hein?
Quem diria.
Fechando então o nosso passeio aqui, direto da cidade de São Paulo, está acompanhando com a gente o lançamento da décima primeira edição do American Airlines Escape Club,
conosco Bruno Schwatz, de Canyons, lá em Utah, que veio aqui mostrar tudo que está acontecendo para todos nós,
até porque é um momento importante para Canyons, que é uma estação que passou por uma grande reformulação.
Primeiro, vamos apresentar.
Sim, então, a gente nos últimos três anos, temos investido mais de 50 milhões de dólares com empreendimentos, novos restaurantes.
A gente construiu esse lift chamado Orange Bubble, que é aquecido, ele é fechado, ele é todo laranja assim,
é o único lift aquecido e fechado da América do Norte.
Muito interessante para as pessoas que são com frio, geralmente é muito frio quando você está dentro do lift.
Sofrerem menos.
Sim, sofrerem menos, né?
Então, você fica aquecido até o topo da montanha, aí você chega lá, aí já está aquecidinho para descer a montanha.
É legal porque a estação fica em Park City, que é uma estação super conhecida nos Estados Unidos, no estado de Utah, enfim.
E que tem uma história bastante grande, até porque, fica até como dica para vocês aí, participou da Olimpíada de Inferno de 2002.
Foi uma da sede.
Exatamente, as três estações participaram e o bom de Park City, gente, é que tem 30 minutos do aeroporto,
você chega em Utah, no aeroporto internacional de Salt Lake City, dirige por 30 minutos, já está esquiando.
Não tem aquela história de fazer uma jornada até a estação.
Não.
A maioria das estações de esquiço tem que dirigir por 3, 4 horas até chegar lá.
Park City, não.
Você chega rapidinho e já está esquiando.
Você pode chegar no mesmo dia e já está nas cadeirinhas lá do lift.
Vamos passar alguns números, só para o pessoal ter um pouco mais de noção sobre Kenyons.
Quantos lifts tem?
Qual a história, quantos anos tem?
Porque é um resort, na verdade.
Sim.
Kenyons passou por várias transformações, né?
O nome Kenyons agora foi criado, reformulamos o Resort em 1996.
O Kenyons agora a gente tem 19 lifts.
Somos a maior estação de Utah e a quinta maior dos Estados Unidos.
Olha só.
E é legal porque estão fazendo um trabalho, esse resort em que, além da parte de inverno,
você vai poder durante todo o ano participar de ações, visitar, enfim, vocês vão trabalhar
todas as estações do ano.
Sim, exatamente.
Então, a gente era conhecido mais como uma estação de esqui, né?
E cada dia que passa, a gente se transforma mais em um resort de quatro estações.
Então, no verão você pode vir andar de balão, dar cavalo, andar de tirolesa, eu acho que
vocês chamam, o zipline, vocês podem andar de cavalo, andar de pedalinho, a gente tem
um lago lá no topo da montanha.
Então, muito interessante, tem muitas conferências, casamentos, as pessoas escolhem o Kenyons para
fazer as festas particulares e várias conferências lá.
E essa parceria com a American Airlines é importante para facilitar tudo isso e baratear também.
Sim, muito importante porque, promovendo o esqui aqui no Brasil, a gente está ajudando
a American Airlines, que os clientes estão vindo para o Kenyons e a gente também tem
que promover o esqui aqui no Brasil, né?
Tipo, aqui não tem neve, aqui não tem montanha.
Tem que ir para lá.
Tem que ir para lá, tem que ir para lá esquiar, que lá é muito legal, muito legal.
Parabéns, Bruno.
Brasileiro foi morar lá, nunca mais voltou, porque será, né?
O brasileiro capixaba de Vitória, Espírito Santo, parei lá dez anos atrás, fui para
Park City só para passar uma estação de inverno, sete anos depois estou lá ainda.
O verão lá é incrível, os brasileiros lá falam que a neve e o inverno te trazem para
Park City, mas o que te faz ficar lá são os verões.
A nota está aí que essa dica é boa.
Momentos finais, confere aí.
