Muito bem, a partir de agora nós falamos aqui, direto, do Bairro Cambuí, na cidade de Campinas,
mais precisamente do Clube Campinheiro de Regatas e Natação, para acompanhar com vocês
os principais lances de seu tradicional baile a fantasia, sócios e amigos reunidos, e vocês vão
curtir conosco, se bora!
Começamos em torno aos passeios baile a fantasia do Regatas, com o cigarro lá,
valer a mão de todo mundo hoje, Carlos Alberto Magas, presidente do Clube, que recebe todos,
eu estou impressionado com a quantidade de eventos que o Regatas faz, agora nessa época,
obviamente, ligados ao Carnaval, sempre o pessoal animado, sempre casa cheia.
Graças a Deus, eu gostaria de receber aqui de novo a satisfação, a festa fantasia da Leia,
do Regatas, e eu estou aqui desigando, se não viesse de fantasia ela me matava.
Ele me matava, aliás, a festa fantasia, o pessoal vem conversar com você, você não
reconhece? Passa vergonha!
Verdade, eu fico olhando, fico olhando, já não enxergo muito. Normalmente!
Então, e você não reconhece a pessoa mesmo, não é verdade? Mas é uma satisfação receber
de novo, casa cheia de novo, graças a Deus, e o Regatas arrebentando.
É legal porque o Regatas, já há algum tempo, há uns dois anos pelo menos, vem numa crescente
na parte estrutural, com investimentos, enfim, também na parte social, porque na parte social
é o que o público gosta, que os sócios gostam, né?
Gosto, Gustavo, o Regatas é um clube social mesmo, o que nem você falou, gosta muito
de festa, de carnaval, de baile, e a Leia sabe fazer como ninguém, e também de esporte,
que você sabe que o ano passado...
É uma tradição, né?
Muito bom, muito bom, graças a Deus, nós estamos sendo muito felizes, tanto na parte social,
na parte esportiva, e na parte, vamos dizer, social de colaboração com a cidade.
Porque normalmente, todos os clubes da cidade de Campinas tem uma contrabatida com a prefeitura,
principalmente, isso é importante, essa relação, né?
Não tem a dúvida. O que o Regatas mais faz é cumprir com a obrigação dele, com uma
prefeitura cumpre com a dela. Então, a gente tem muitos atletas militantes, que fazem
parte da equipe, que a gente já te falei, ou até oportunidade, que a gente dá alimentação,
transporte, bolsa de estudo...
É uma das poucas oportunidades que eles têm para começar a vida, né?
Isso mesmo, tem criança que, infelizmente, vive aqui no clube, mas com satisfação,
que compensa a gente, né?
Isso compensa. E é o trabalho que o Baga vem fazendo, como a gente vem falando, sempre
em parceria com o conselho. E é por isso que as coisas andam mais rápido, né?
Não tem a dúvida. Eu, graças a Deus, que nós temos uma parceria com o Gustavo, o Presidente
do Conselho, com todos os conselheiros, conselheiros natos, a nossa diretoria, graças a Deus, vive
em céu de brigadeiro, em harmonia. Então, nós estamos indo muito bem.
E é por isso que, por isso que, até o título do Regatas teve uma valorização grande. Hoje
passa seu investimento. Você tem o título do Regatas, porque há dois anos atrás valia
muito menos do que vale hoje.
Não tem a dúvida. Subiu mais que 200%, né? E graças a Deus, na depressa caiu muito,
a procura mais aumentou e a trancelência, no mínimo a gente recupera o que era, né?
Que era vendido o título patrimonial para uma pessoa que nunca foi sós. Hoje uma trancelência
custa o que custava um título.
E nós estamos, como já falamos sempre, tivemos aqui na inauguração, na verdade, do Salão
Social. O Salão Social do Regatas é um dos principais espaços para eventos da cidade
de Campinas até pela localização. Fora, estrutura e cair pecável.
Não tem a dúvida, Gustavo. O Salão Social é um motivo do clube.
E isso mesmo. É muito bem localizado. Nós já falamos também de teto, piso, paredes,
tudo...
Limatização.
Limatização. E a localização e a beleza de tudo aqui, né? Da jardinagem, da iluminação,
de tudo.
Hoje, Roicy do Cavaco. Roicy do Cavaco, casa cheia. E, tamo aí.
Baila a Fantasia do Regatas, com velho aí, ó.
Mamãe, mamãe, mamãe eu quero, Mamãe, mamãe, mamãe eu quero, Mamãe, eu quero mamãe,
da chupeta, não dou, da chupeta, não dou, da chupeta, pro bebê não chorar.
E e si, nós temos banana.
Olha que eu encontrei, eu vi estacionando o navio aqui na porta, a Mariheira, Lé Rodrigues,
diretora social do clube, essas festas todas, porque eu, o Regatas, a gente sempre vem
contando a história, reafirmando, organizou nada mais, nada menos do que 13, 13 eventos
ligados ao Carnaval, desses 13, 5, abertos ao público, enfim, não só para os sócios,
isso é muito bom, e um grande sucesso, bom e cansativo, tem que ter saúde, tem, primeiro
lugar é um prazer estar aqui com vocês novamente, grande honra, muito obrigado, não, eu fico
muito feliz de você já fazerem parte da família do Regatas, olha, uma felicidade, que a gente
começou a conhecer o Regatas no final do ano passado, mas já tivemos tantas vezes aqui,
e vamos continuar, você já está fazendo parte, vocês já estão fazendo parte, todos
nós, então, o Carnaval nós já estamos, eu já estou quase no fim do Carnaval, eu já
estou no dia da mulher já, é verdade, tem muito tempo, mas é uma festa que os associados
do Regatas participam bastante, isso que é o mais gostoso de ver, né, é o mais gostoso
de ver, agora, fora, de hoje baile a fantasia, nós temos vermelho e branco, está super
esgotado, vermelho e branco já acabou, já, eu não tenho mais um lugar, tem, não adianta
que eu não consigo mais, mas hoje teremos o quê, ois do cavalo, já tivemos dominguinhos
do estácio, passando por aqui, uma grande, grande nome, o Sam, Eliana de Lima também,
também, e agora, no vermelho e branco, nós vamos ter a bateria da vai vai, depois os
carnavais, na matineia, que é domingo, nós vamos ter também a turma de recriadores,
que vai tomar conta das crianças, e na terça de Carnaval, primeira mão, hein, não tinha
nada marcado, já arrumei, nós vamos ter um trio elétrico, nós vamos ter uma mini bateria,
nós vamos ter um mestre-sala, uma porta bandeira, para fazer como deveria, nós vamos ter as
madrinhas da bateria, e vamos para a rua, para a rua, vai invadir o cambuí, vamos invadir
o cambuí, vamos dar umas duas voltinhas aqui no quarteirão, mas vamos invadir o cambuí,
isso é na terça-feira de Carnaval, na terça de Carnaval, na terça, aliás, é o auge aqui,
porque primeiro nós vamos ter o famoso futebol da Doroteia, que não é o futebol, é o concurso
dos homens vestidos de mulheres, e tem concurso, levando a sério, eles levam a sério, seríssimo,
então nós temos luxo, originalidade e grupo, a qual você vai ser manjurado, já foi escalado
como jurado, vou ficar assustado? Eu adoro a brincadeira, é muito bom, e a hora que acabar
nós já vamos para a rua, com a bateria, tudo bonitinho, direitinho, vou aproveitar para
agradecer aqui os órgãos da prefeitura, que nos deram esse apoio, a Secretaria de
Esportes, através do autor Dário, a INDEC, então está tudo certinho, bonitinho, e agradecer
ao nosso presidente, ao Vargas, que sem ele nós não teríamos nada disso, é muito bom
trabalhar com ele. Ele vai dando corda, né? Vai dando corda e eu vou fazer, eu já estou
fazendo o dia das mulheres, já. Quando? Oito de março, mas eu acho que nós vamos começar
um pouquinho antes. Apega uma data, faz um monte de coisa, aliás, o centenário do regato
do ano que vem, não é isso? É, o ano que vem, e esse ano já começa as festividades
do centenário, né? Após um baile de 99, já dá início ao centenário. Para não deixar
barato. Para não deixar barato, mas daí nós vamos ver como é que fica, porque em abril
tem eleição.
Deixando então o nosso passeio, aqui direto, do Clube Regatas, na cidade de Campinas, estão
acompanhando com a gente o baile Precarnaval, a atração de hoje aqui, ó, Rocha do Cavaco,
Grande-Fera, um dos grandes intérpretes de Sambas e Redes do Carnaval, Paulistano, uma
grande história que eu vou contar um pouco da sua história hoje aqui em Rocha. Posso?
Sim.
Eu consigo.
Boa noite a todos, a vocês teram espertadores, a todo esse pessoal admiradores, fãs, frequentadores
associados no Clube de Redes, Regatas, e esse Precarnaval, esse é o maravilhoso de hoje.
E eu, como já havia começado em ódio com você, mostrar meu sucesso, cantar algum sucesso
na minha carreira, e o meu trabalho de Carnaval, já para o Carnaval 2017, inclusive o Samba
e Redes da Rosa de Ouro.
Porque ele tem uma história gigantesca no Carnaval de São Paulo, super premiado, mas
começou a onde, em rodas de Samba, no futebol de Vársia.
É isso?
Sim, comecei com o futebol e o Samba, sempre estive junto, sempre morreram junto, e eu
já, como adolescente, jogava no Dente de Leite e tal, mas já tinha uma paixão pelo
Samba, então uniu o futebol que eu sou apaixonado também, o Samba, mas eu não me tornei jogador
ou não, para a felicidade do futebol brasileiro eu não me tornei jogador.
Eu não ajudei a atrapalhar, né?
Mas o meu filho foi, meu filho é jogador de futebol, passou nos juniors da Ponte Preta,
disputou a Copinha São Paulo do ano de 2012, aí foi para Portugal, então ele, o negócio
dele é bola.
Está se virando.
Está se virando.
O negócio dele é bola, agora o meu é Samba mesmo.
E ele está me contando, não sabia, mas ele vai dançar e pôr de um bom tempo lançar
um novo trabalho.
São quantos álbuns a 9?
Com esse, pela minha conta...
Vai ser o décimo, vai ser...
Décimo, décimo, décimo.
O número bonito, hein?
Não, é um trabalho autoral, a maioria das músicas são minhas, mas tem algumas re gravações.
Tem, inclusive, uma versão de uma música da Whitney Houston, muito bonita, Did You
Almost Have It All, fiz em ritmo de Samba e com a tradução em português, ficou muito
legal, tem re gravação do cartola também, e a maioria das músicas é de minotoria,
está muito bacana.
E já passou para as principais escolas, como falamos, como falamos, na cidade de São
Paulo?
Esse ano é com rosas de ouro.
Esse ano, roseira, num trabalho maravilhoso, um enredo que fala sobre os banquetes culturais
do mundo inteiro, então vai ser uma surpresa maravilhosa no verido.
E o carnaval mais do que tudo se reinventando, né?
O momento atual tem que se reinventar.
Muita cultura, né?
E esse ano, vários enredos da cultura afro-brasileira, e a rosas tem um item dentro do enredo que
fala da cultura afro-brasileira.
Arariê, ajeumbó, o lupagé, ajeumbó, e uma poção de fé, fé, fé não importa a religião,
salve fosme da mião.
Róiço do Cavaco, um momento, os filhais.
