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Não importa o tamanho. Tudo sem entrada, sem juros, sem burocracia e com muita economia.
Unifiza. Você quer. Você pode. Você conquista.
O que já está no ar mais uma edição aqui do circuito fechado?
a 20 anos o programa mais descolado da TV. E antes de nós começarmos, eu gostaria de lembrar
que já está rolando a super promoção de Natal do Iguatemi Campinas, que esse ano está presente
os seus clientes com panetones especiais bauduco e também dois automóveis, eu disse dois automóveis
Jeep Compass Sport zero quilômetro. E para participar é muito fácil, a cada 400 reais em compras,
o cliente pode trocar suas notas fiscais por um delicioso panetone e ainda ganhar um cupom
para concorrer ao carro, que é o sonho de consumo de muita gente. As trocas dos panetones vão até
o dia 13 de janeiro, por isso já notem aí não percam tempo ou enquanto duraram os estoques,
tendo que os cupons poderão ser entregues até essa mesma data, aproveitando então as compras
do Reveillon e também das férias. Gostou, não é? Promoção de Natal do Iguatemi Campinas já
está valendo boa sorte. Agora chega de papo e se liga nas imagens, que a edição 1044 já está entrando no ar.
E o circuito fechado vem chegando. Para começarmos, nós hoje desembarcamos na ilha de Comanda
Tuba, na cidade de Una, estado da Bahia, para acompanharmos com vocês a 17ª edição da
Convenção ABF do Franchising. O mais importante evento no segmento de franquias do Brasil,
que nesse ano reuniu mais de 700 de seus principais líderes para uma troca de
frequências, tendo como temas ética, inovação e eficiência. Muita gente legal passou por
lá e vale a pena conferir. Ainda teremos a nossa agenda com dicas legais para os próximos dias e
muito mais. No ar, para mais de 60 cidades do interior paulista, através da TVB Record Campinas,
circuito fechado.
Para começarmos, nós hoje falamos direto do Hotel Transamérica, ilha de Comanda Tuba,
no estado da Bahia, para acompanharmos com vocês a 17ª edição da Convenção ABF do Franchising,
o maior encontro de franqueadores do Brasil, que reuniu mais de 700 dos principais líderes do
interior e também especialistas das mais diversas áreas do conhecimento. Se liguem aí que vocês vão
gostar.
Muito bem, a partir de agora, nós falamos aqui direto do Hotel Transamérica, na ilha de
Comanda Tuba, na cidade de Una, na Bahia, para acompanharmos com vocês os principais lances da
17ª edição da Convenção ABF do Franchising, o principal evento do segmento e que reúne aqui
durante quatro dias mais de 700 dos principais nomes da indústria da franquia brasileira. Se
que vocês vão gostar. Começamos então nosso passeio, com ele não poderia ser diferente,
a partir de hoje a gente está celebrando 30 anos da ABF, a Associação Brasília de Franchise, e nós
estamos celebrando na Convenção, é a 17ª Convenção, hoje nós estamos aqui com 700 pessoas que
representam o Franchise, são franqueadores, são franqueados, são fornecedores do sistema. E
nós estamos muito alegres porque é um recorde de público, é um recorde de público, e mais que isso,
a ABF hoje ela efetivamente é aguardiando o sistema aqui no Brasil e ela é referência não só no
mundo, ao longo desses 30 anos a ABF conseguiu se desenvolver muito, hoje ela é a segunda maior
entidade do mundo, temos de estrutura em termos de associados. Passam alguns números para o pessoal
que possam lá ter uma noção do que envolve em trabalhadores envolvidos com isso, em dinheiro que
se movimenta também. Então hoje no Franchise brasileiro nós temos mais de 3 mil marcas, a grande
maioria é associada a ABF, o que representa o grande volume de faturamento. Hoje o Franchise
brasileiro fatura cerca de 150 bilhões de reais, mesmo num ambiente econômico tão desfavorável,
emprega mais de 1 milhão e 200 mil pessoas diretamente nos mais de 140 mil pontos de
venda assistentes no Brasil. Foros indiretos, né? Foros indiretos. O Brasil tem 5.500 municípios,
a metade dos municípios brasileiros tem uma marca de franchise lá presente. Como apresentar ABF,
você já passou alguns números de franqueados, enfim, mas ela é uma entidade com 100 fins lucrativos,
né? Esse é o ponto de partida. Exatamente, mas é uma entidade que tem governança, ela tem um
conselho de associados que é formado por ex-presidentes, ela tem muita envolvimento dos
associados, tem uma diretoria que são mais de 10 membros, muito participativos, 10 comitês. Enfim,
nós temos um conjunto de profissionais contratados na entidade que são mais de 30 pessoas, tudo isso
para trabalhar com pesquisas, para a gente ter números dentro desse mercado, trabalhar com as
pessoas que envolvem o sistema de franchising. E o franchise é uma coisa interessante, porque
é um sistema que perspassa todos os segmentos da economia. Então você tem educação, você tem
alimentação, meio ambiente, saúde, beleza, consumo civil, enfim. E para que a entidade esteja
estruturada em todos os setores e promova eventos, participes de feiras, é importante que os seus
integrados estejam presentes e é isso que fez a entidade ser o que ela é hoje. E é por isso que
num momento como esse, num encontro, uma convenção como essa, um dos motivos, os assuntos principais
é a divulgação do futuro, o que está sendo construído para que ela possa permanecer com esse
ritmo de crescimento para o futuro. É isso que foi apresentado aqui hoje. Exatamente, nós estamos
vivendo um mundo de profunda transformação e isso impacta nas nossas vidas pessoais,
impacta nos negócios e impacta no franchising. Então, nós estamos trabalhando nas competências
necessárias que a entidade tem que ter para que ela consiga ser protagonista nos próximos 10, 20,
30 anos e consiga, através das suas redes, das suas marcas, o franchising, fazer com que o
empreendedorismo do Brasil evolua, que as redes cresçam cada vez mais e mais gente seja envolvido
por temas e seja empregada. Para quem não os assiste lá e quer começar, está interessado até ou
por necessidade ou por interesse também, quer passar a empreender. Através das franquias você
minimiza muito o risco, principalmente no momento como esse. Mas qual é o principal caminho é
procurar a BF, porque você vai ver a lista daquelas empresas credenciadas, enfim, tem tudo isso que
faz parte do trabalho de vocês. Perfeito, a BF tem um portal, o portal do franchising, você vai
ver isso lá, todas as marcas que são associadas da BF. A BF tem um selo de excelência que as
marcas que participam são chanceladas em relação à avaliação dos franqueados em relação à marca.
É uma garantia de qualidade. Perfeitamente. E a BF tem vários cursos desde o entendendo
franchais e até aquele que quer, na verdade, ser um franqueador, que ele possa também se aperfeiçoar.
Agora, se você quer realmente entrar no mundo do franchising, pesquise, aprofunde, é uma decisão
que tem que ser racional. Nós temos também uma oportunidade muito interessante que a feira da BF,
ela acontece uma vez por ano em junho. É gigante, né? Ela é uma das maiores tiras do mundo.
Então, são oportunidades que você, empreendedor, que entra no mundo franchising,
possa ter contato com esse sistema. E, uma vez decidido, a decisão tem que ser não por aquilo
que está dando dinheiro, que é moda. Tem que ser por aquilo que você tem afinidade.
Isso tem que ser o norteador da sua escolha. Porque não basta falar que você está no franchise.
Todos os negócios têm risco. Agora, se você fizer alguma coisa que realmente você tem paixão,
você gosta, com certeza esse trabalho vai ser frutível e você vai ter sucesso.
Entendeu aí, não. É por isso que todos estão reunidos aqui hoje.
Altino, Cristófolete Juno. Obrigado.
Obrigado mais uma vez. E parabéns pelo trabalho seu da região,
promovendo o desenvolvimento da região do empreendedorismo. Parabéns.
Vamos à luta em frente. Vamos lá, sempre. Obrigado.
Décima-sétima, Convenção da BF.
Olha quem eu trouxe. Alcione, Albanese. Olha como está linda.
E por que que eu a trouxe? Porque ela tem uma história de vida ligada ao empreendedorismo,
que é um exemplo para todos. Eu queria que ela contasse um pouco dessa história
para depois explicarmos o que ela está fazendo aqui.
Começou com 17 anos esse ano.
Com 17 anos, eu tive a minha primeira, meu primeiro trabalho.
Com 17 anos, eu já era uma empreendedora.
Já tinha esse espírito.
Já tinha esse espírito. Criei a minha confecção.
Com uma confecção. Já empregando gente.
Já empregando 80 funcionários, então aos 17 anos,
eu tinha 17 funcionários com a minha confecção.
É legal porque é a realidade de muitos dos empenhadores que estão aqui, né?
Sim, muitos deles teve um começo muito cedo.
E teve um sucesso, uma prosperidade, né?
E a partir daí, conto o resto, onde foi parar esse empreendedorismo?
Esse empreendedorismo foi parar numa compra de uma loja na Santa Figênia,
num meio totalmente machista.
Num meio de um monte de loja?
Sim, todos, homens, né? Então eu imagine que eu tive também que enfrentar...
Era uma outra realidade, né?
Sim, uma outra realidade, todo machismo.
E eu fiz a minha viagem para a China em 92,
onde eu trouxe as primeiras lâmpadas econômicas para o nosso país.
Foi quando você teve essa visão de que o futuro estava lá.
Nessas lâmpadas?
Sim, eu tive a visão de que a lâmpada incandescente
seria substituída pelas lâmpadas econômicas.
Aí ela pegou, fez a malinha dela, foi para a China.
Aliás, já foram quantas vezes, desde então?
71 vezes.
E voltou com contêiner de lâmpadas?
Voltei com contêiner e iniciei, então, a minha empresa de lâmpadas, FLC.
E essa empresa se tornou líder de mercado com 35% de market share,
com muito sucesso, uma empresa próspera,
mas de repente eu tomei uma decisão na minha vida.
Por que ela chegou a um determinado momento em que ela vendeu 80% da empresa?
Eu vendi 80% da minha empresa para poder cuidar full time do meu projeto social.
E ela, 80% da empresa vendida, ela podia ficar em casa dormindo tranquilamente.
Mas...
Eu já vendi pelo meu projeto, porque eu queria cuidar...
Esse foi o motivo?
Esse foi o motivo.
O Amigos do Bem.
O Amigos do Bem, que eu fundei em 93,
só que nós éramos um papai Noel durante 10 anos,
e depois de 10 anos nós começamos a desenvolver...
Começou a criar corpo.
Corpo, projetos autossustentáveis, projetos de educação,
de infraestrutura, de moradia, de trabalho...
No sertão nordestino.
No sertão nordestino.
Nós hoje, nós começamos em 93, desenvolvendo trabalhos.
Hoje, depois de 10 anos, nós nos tornamos grandes,
e o trabalho foi crescendo cada vez mais,
e eu então tomei essa decisão difícil,
porque eu queria cuidar de gente,
que vivem, infelizmente, sem oportunidades.
E no outro Brasil, que pouca gente conhece,
aliás, ela tem uma parceria com a ABF,
em que vários dos franqueados aqui,
e franqueadores, enfim, participam com você dessa ação.
É, é uma parceria que começou em 2016,
e assim, para nós, é uma grande oportunidade,
porque nós estamos tendo parceiros que estão desenvolvendo trabalho no sertão,
fazendo campanhas dentro dos pontos de venda, do varejo,
então, para os amigos do bem.
Cada um dentro da sua realidade.
Cada um dentro da sua realidade, para os amigos do bem.
Essa parceria com a ABF tem sido, para nós,
uma grande oportunidade de ajudar ainda mais pessoas.
Então, para você que reconhecia um pouco mais
desse trabalho dos amigos do bem,
tem um site que a pessoa pode obter mais informações.
AmigosdoBem.org.
Está lá o nosso trabalho, são 60 mil pessoas que nós atendemos no sertão,
são quatro cidades, são 10 mil crianças
nos centros de transformação,
crianças que vivem em casas de barro sem água,
é uma grande miséria, infelizmente,
e a gente quer um país um pouco mais igual,
porque nós vivemos numa desigualdade...
É a única solução.
Numa desigualdade gritante,
e nós temos que fazer a nossa parte.
É assim, o nosso lema.
Se não posso fazer tudo o que devo,
devo ao menos fazer tudo o que posso.
Estamos fazendo o que a gente pode.
O endereço está aí, passa lá que você vai ajudar.
Fechando então o nosso primeiro bloco,
aqui direto da Ilha de Comandatuba na Bahia,
estão acompanhando com a gente a 17ª edição
da Convenção ABF do Franchise,
que aqui nós temos reunidos grandes nomes da franquia,
mas eu tento buscar aqui para vocês algumas histórias de sucesso,
obviamente, mas histórias de vida.
E o Eloi da Ávila, que está aqui, é uma da Fly Tour,
que é uma das principais agências de viagem do Brasil.
Como é que tudo começou, Eloi?
As pessoas não têm muita noção aonde a pessoa lá de baixo pode chegar.
Eu sou oriundo de 15º filho de uma família muito pobre.
15º?
14º, perdão, de uma família de 15.
E minha mãe, eu faleceu, tinha 1 ano e 9 meses.
Então eu não conheci muito bem,
e meu pai me deu a uma irmã.
Eu fugi da casa dela aos 8 anos e meio,
do Rio Grande do Sul e vim parar em São Paulo.
São Paulo eu fiquei um bom tempo aqui e fui para o rio.
Com quantos anos?
Com 9 anos, eu fiquei aqui até os 12 anos e meio em São Paulo.
E depois fui moleque de rua, fui preso para o juizado três vezes.
Mas tive a oportunidade de ir para uma casa de família aqui em São Paulo,
nos quais eles eram...
Ou lá em São Paulo?
Lá em São Paulo.
Aonde eles eram adventistas.
Isso me ajudou muito na vida.
De lá eu fui para o Rio.
Deu um norte, né?
Deu um norte.
Aos 12 anos e meio eu fui para o Rio.
E eu certamente fui para o Rio,
porque eu pensei que eu queria conhecer praia,
eu não conhecia, e ter outra oportunidade.
Lá eu lavei carro e guardei carro,
em frente eu copacabana Pálacos.
Aí eu conheci um guia turístico...
Aí tem tudo que é de boi de ruim, né?
Sempre viagem, sempre viagem.
E a vida é uma viagem.
E aí quando eu cheguei,
eu conheci um guia turístico que me apresentou para Vovoa Estela,
a dona da Estela Barros.
A famosa Vovoa Estela.
Aí eu fui oficiabói da famosa Vovoa Estela,
uma mulher maravilhosa.
Você tem uma ideia?
Eu não tinha os dois dentes da frente,
eu tinha um soco na boca de um padeiro,
porque eu chamei ele de alguma coisa,
que não deveria ter chamado.
E ela me deu toda a oportunidade.
Eu tratei meus dentes na Universidade Federal do Rio de Janeiro,
de onotologia.
Ela me ensinou a falar o português,
porque eu falava carça, carção, sorvado.
Eu nunca fui na escola,
eu não voltei mais à escola.
Apesar de ter 5.500 crachas em casa hoje,
eu não fui à escola.
De dar palestras no Brasil inteiro?
Mas a ideia toda é que...
aí eu entrei na atividade, na indústria do turismo,
que ainda não nasceu, ainda é embriano.
E eu fiquei com a Vovoa Estela até os 17 anos,
vim para São Paulo, entrei na Bradeste Turismo,
e depois entrei na Linhas Eras Paraguaias,
que tinha um lema muito bacana.
Sale quando sale, liga quando liga.
Eu não sabia quando chegava e quando saí...
Para tudo, não explica nada.
E tive a oportunidade, então,
depois de se mandar embora 3 vezes,
e aí é a dignidade, porque o emprego, infelizmente,
é a dignidade nossa.
Fiquei muito mal, já estava casado,
já tinha dois filhos e falei,
basta, eu vou aventurar.
Aquela época não era empreender, era aventurar.
E eu...
Peranda a loucura.
Peranda a loucura.
Eu fui empreender dentro de um hotel,
São Rafael, na São João,
eles tinham uma agência de viagem,
e eles me emprestaram uma mesa para me empreender.
Hoje eu dou 4.000 empregos,
então, essa história toda,
ela vem desse negócio de vencer,
de sobreviver.
E aí é que eu digo que nós brasileiros,
ainda não passamos fome,
ninguém invadiu este país,
e nós não damos valor ao nosso país,
ou não damos valor à nossa vida,
ou aquilo que a gente acha que vai vencer.
Não, vai, faz,
porque é só aquele que faz, sabe.
Se você não fizer, você não sabe.
Então, eu fiz, eu consegui,
eu me casei muito cedo,
eu sempre falo que eu fui violentado aos 20 anos.
Me casei muito cedo, tenho 4 filhos maravilhosos,
um hoje é o presidente da empresa,
e ela gerou empregos, isso é muito importante,
ela gerou também um nome muito forte no mercado,
nós temos uma...
Não é uma obediência, mas sim uma disciplina em serviço.
Nós gostamos de servir.
Isso é fundamental.
A gente é difícil, não é fácil.
Nós fizemos uma feira lá em Campinas agora,
apareceram 50 mil pessoas,
nós vendemos 24 mil pacotes.
É um índice muito maior do que internet,
muito maior do que qualquer outro índice.
É o corpo a corpo.
É o corpo a corpo.
O serviço, o serviço por incrível que pareça,
não é um alto atendimento,
ou uma consulta médica.
O secretário eletrônica.
Ele é uma consulta médica,
você vai sentar com alguém que realmente
vai te dar um bom exemplo de viagem.
E isso é muito bom.
Então eu acho que esses anos todos,
eu passei todos os planos econômicos,
todos os governos militar,
tudo na minha vida sobrevivendo.
Eu acho que hoje eu falei estado de guerra,
quando é que uma empresa está em estado de guerra?
Basta ver um plano econômico,
ou um governo louco.
Você não sabia o que vai acontecer.
E você precisa se reinventar.
Eu acho que eu sobrevivi,
me reinventando com uma equipe muito boa.
Eu nunca fiz nada sozinha.
Eu sempre falo que uma estrela não brilha sozinha.
Eu nunca fiz nada sozinha.
Eu ainda tenho problema de ponto, vírgula,
ESN.
Eu confundo M com N,
e eu tenho gente que me ajuda.
E isso é muito importante.
Talvez eu seja um cara que gosto de inovação,
que gosto do risco.
E na vida para você crescer,
você precisa arriscar.
Você não arriscar, você não tem chance de crescer.
Tá bom para você não.
E é loidável.
E é loidável.
E é loidável.
E é loidável.
Consórcio Nacional Unifiza.
É assim que você realiza todos os seus projetos de vida.
Os pequenos e os bem grandes.
O crescimento da empresa.
Ou o seu merecido descanso e lazer.
Por que não?
Tudo sem entrada, sem juros, sem burocracia.
E com muita economia.
Siga o caminho das grandes realizações.
Consórcio Nacional Unifiza.
Você quer, você pode, você conquista.
Estamos de volta.
E agora nós retomamos o nosso contato com a Ilha de Comandatuba,
no estado da Bahia, para continuarmos acompanhando com vocês
os principais lances da 17ª edição da Convenção ABF do Franchising.
O maior encontro de franqueadores do Brasil.
Se liga aí, que tem muito mais.
E aí?
E aí?
Começamos, então, o nosso segundo bloco aqui direto da Ilha de Comandatuba.
Estou acompanhando com a gente a 17ª edição da Convenção ABF do Franchising.
E não poderia faltar o tubarão.
Olha quem eu trouxe.
Caíto Maia, grande comandante da Tilly Beans,
que é hoje a maior marca de óculos, acessórios da América Latina.
Olha o que virou.
Todo dia acontece umas coisas que eu não quero na minha vida imaginar, né?
Mas a ideia é essa, virou e agora a gente quer o mundo, né?
Agora não tem limites.
Claro que não, Marte, Júpiter, vamos embora.
Vamos aproveitar e contar a história porque a gente fala com um público muito diverso, enfim.
De como tudo começou. Você nem imaginava que o final ia ser esse, né?
Mas não é nem o final, né? Porque eu começo...
Você começa todo dia?
Não, a minha sensação que eu tenho é que eu não estou nem no meio...
Eu estou nos 37 do primeiro tempo.
Essa sensação que eu tenho porque é um corpo humano muito vivo,
muito mutante, que ele fica vendo um monte de coisas interessantes acontecer,
acompanhando e aberto para o mercado.
A gente não tem radical, sabe? Então a gente vai mexendo.
Mas o fato é que...
Eu estou muito feliz que aconteceu, mas eu não decidi nem pro vestiário ainda.
Nem acabou o primeiro tempo.
Por que ele foi para os Estados Unidos?
Querendo ser roqueiro, querendo tocar.
A minha faculdade, a minha formação acadêmica é de música.
Eu fiz faculdade nos Estados Unidos de música.
Essa é a minha única formação acadêmica que eu tenho.
Mas eu costumo falar que a Tilly Beans e música é a mesma coisa,
porque inclusive o nosso principal pilar de investimento é música,
antes de moda.
Então são coisas que vão acontecendo que tem tudo a ver com a gente,
que é uma delícia que é coisa, e da música virou no óculos,
mas os mesmos falam a mesma língua.
Virou uma empresa desse tamanho.
É legal você ver um evento da BF,
que recebe empreendedores, todo mundo buscando conhecimento,
num momento em que conhecimento é o grande segredo da grande ferramenta.
É, a grande preocupação é o que fazer com tanta informação.
Porque quando você tem muito, quando você tem pouco,
até você seleciona a tua vida um pouco mais.
Eu tenho um pouco de preocupação hoje com a chuva de informação
que tem hoje no mercado.
Porque o excesso de informação pode desfocar,
e eu acho que o foco é o segredo do negócio.
Então isso é bom e ruim.
E como é que está sendo a experiência na TV?
Porque você tem o Shark Tank Brasil,
que recebe lá os empreendedores, as startups, enfim,
e que foi feito uma coisa parecida, um modelo parecido.
A gente acabou de fazer um Shark Tankzinho ao vivo aqui,
foi legal, foi divertido.
É assim, para mim, a coisa mais legal do mundo são duas coisas
que está a minha experiência no Shark Tank.
Primeiro é o serviço que a gente está prestando para o país.
Porque isso é muito especial.
Então, por exemplo, está acontecendo direto assim.
Nunca fui tão assediado.
O programa Shark Tank é o programa de Mora Audiência,
de 21 a 35, do cabo brasileiro.
Olha que interessante.
Olha o nível do conteúdo.
Muito legal, cara. Muito legal.
Então olha só que interessante.
Primeiro é o serviço que a gente está falando para aí.
O que eu recebo de direto é que, cara,
eu nunca tinha pensado como falar, né?
Essas perguntas que vocês fazem, eu sei que estão me ajudando.
Perguntas práticas? Sim.
Estão me ajudando para montar o meu negócio.
Para mim, isso é um grande orgulho de poder ajudar,
dentro das minhas humildes possibilidades,
mas eu estou podendo ajudar as pessoas,
que é muito especial, que é muito legal.
E a segunda coisa para mim que está acontecendo,
que está sendo muito especial, é assim,
estou com 50, vou fazer com 50 anos que vem.
A geração lá é completamente diferente da minha.
E para mim, como empresário, ver como eles estão pensando,
é genial.
Eles pensam completamente diferente do que eu pensava.
E para mim, nos dias de Brasil,
eu costumo falar que eu entrava pela porta direita,
eles entraram pela porta esquerda.
Então, para mim, está me trazendo uma...
Nossa, cara, porque eles...
De novo, as preocupações são completamente diferentes.
O pensamento, o formato inicial do negócio,
é completamente diferente.
Isso, para mim, é genial.
O que está me oxigenando na minha vida, você não tem ideia.
Eles fazem mais para você do que você para eles muitas vezes.
É?
É?
É muito especial.
Para mim, está sendo um genial.
Caíto.
Maia, parabéns, bom trabalho.
Eu vou agora fazer a mesma coisa que você,
vou colocar uma roupinha mais confortável,
porque eu estou aqui com essa roupa preta na praia.
Ela acabou sua participação.
Já, estou parecendo um curvo na praia.
Caíto, Maia.
Olha o que eu encontrei.
Ivan, use-me.
Das antigas.
Das antigas.
Revendo aqui, ou revendo sempre em grandes eventos como esse.
É, estivemos com ele no outro evento da BF,
reencontramos agora, mas é para um bom motivo,
porque o Cebrae, São Paulo,
ao qual o Ivan é diretor técnico,
fez uma parceria muito legal com a BF.
Primeiro, um sito pessoal do trabalho do Cebrae,
que é maravilhoso, para micro e pequenas empresas,
onde tudo começa, é onde gera.
Verdade, o Cebrae tem um papel social muito importante,
de levar conhecimento para quem ainda não é empreendedor,
e quer ser, ou para aquele que já é empreendedor,
e quer melhorar a gestão do seu negócio.
Essa parceria Cebrae com empreendedor tem tudo a ver.
E vocês dão uma parceria, uma assessoria,
desde o início, formando na verdade?
Verdade, esse ponto é muito importante que você tocou.
Quando você vai começar um negócio,
o ponto mais importante dele é o planejamento.
É você conseguir estabelecer um plano para esse negócio.
Às vezes as pessoas não dão um valor para esse momento.
É, acha que é bom, eu conheço, sei lá, fazer bolo.
Então, eu vou começar a empreender e vender bolo.
Não, não é só isso.
Você tem uma gestão muito importante na área administrativa,
financeira, de marketing, DRH.
E se você não fizer um bom planejamento para isso,
a chance de você ter risco, problemas de riscos,
é muito grande.
Então, o Cebrae entra nesse momento para ajudar a acessorar.
E entra nesse início, mas pode acompanhar depois,
durante o processo também.
Sem dúvida, é muito importante.
A gente monitora isso, todo bom projeto,
ele tem metas e indicadores.
E a gente vai acompanhando isso.
É lógico que depende um pouco do empreendedor,
esse comportamento empreendedor,
das pessoas lutarem por aquilo,
mas o Cebrae dá ferramentas e faz boas parcerias
para que a gente possa melhorar isso.
E hoje, então, como vocês estão vendo nas imagens aí,
foi assinado, então, uma parceria com a BF.
A BF tem um formato muito vencedor.
Verdade, esse formato é um dos melhores caminhos
para que o empreendedor corra menor risco.
Ele é bem formatado, ele tem um acompanhamento,
é resultado do que está aí.
Hoje, a franquia cresce muito,
são mais de 12 milhões de pessoas
envolvidas e empregadas nesse segmento.
O que sofre menos com a crise.
Sem dúvida, e com crise eles estão crescendo.
Então, essa junção do conhecimento de ingestão do Cebrae
e esse conhecimento técnico da BF
vai ajudar muitos empreendedores,
que querem começar ou que já estão no mundo do empreendedor
e podem ter acessoria do Cebrae.
É só procurar, tem um site de vocês
que eu acho que é o primeiro caminho, né?
Tem, tem o site e tem o 0800.
Saito é CebraeSãoPaulo.com.br
ou 0800.570.0800.
Olha só, Carla Renata Sarney.
Se eu falar sorridente, todo mundo conhece.
Que coisa!
Olha, a sorridente surgiu em 1995.
Eu sou de uma cidade do interior de São Paulo,
uma cidade pequenininha de 30 mil habitantes.
Estudei para ser dentista vendendo água na porta da faculdade,
meu pai é motorista de ônibus em Ribeirão Preto.
Estudou para ser dentista?
Estudei para ser dentista em Alfenas Minas Gerais.
Quando eu formei, eu não voltei para casa dos meus pais,
mudei para São Paulo, fui morar na casa de um tio meu de favor
e comecei a procurar emprego.
Arrumei meu primeiro emprego não deu certo,
arrumei meu segundo emprego não deu certo,
mas no terceiro emprego,
o dono do constório não era dentista.
E ele me entregou o constório
e eu comecei a fazer a odontologia que eu havia sonhado.
Tratando mesmo.
Tratando mesmo, odontologia com qualidade,
com preço justo,
com forma de pagamento facilitar,
e isso fez um baita diferencial.
Porque as pessoas queriam tratar,
mas às vezes que elas precisavam, pagarem mais vezes.
Isso foi quando? Quando começou?
Isso em 1995.
Aí deu tão certo, tão certo,
que eu comprei o constório que eu trabalhava.
Parcelei em 12 vezes para pagar.
Passei a atender de domingo também,
para não atrasar a parcela.
E aí, passaram 3 anos,
eu resolvi construir a primeira sede das sorridentes.
E aí nós construímos...
Desculpa, e desde o começo já tinha esse nome?
Desde o começo já tinha esse nome.
E o que tinha? Até para as pessoas entenderam.
O que tinha em 1995 era dentista para rico e dentista para pobre.
Os dentistas para rico eram em clínicas lindas,
bem equipadas, e os dentistas para pobre
aquelas clínicas feias, cheias de mofo.
E aí o que eu fiz? Eu fui no banco,
peguei um empréstimo e construí uma dentista para rico,
mas para a classe ser usada, com preço justo.
Por que eu tenho explorado aqui,
nessa Comissão da BF, histórias de vida,
histórias de sucesso, claro,
que isso é sempre importante e inspirador?
Qual o tamanho de as sorridentes hoje?
Olha, hoje a sorrida tem 240 unidades no Brasil,
4 milhões e 800 mil pacientes.
Nós estamos aí, localizados,
só na Grande São Paulo,
você tem uma ideia, nós temos 162 unidades.
Estamos crescendo, este ano vamos abrir mais 24 unidades novas.
E eu acho que o maior presente que nós podemos ganhar,
o maior reconhecimento que nós podemos ganhar,
são esses nossos pacientes,
que o indicam o outro, indicam o outro,
e com isso entram nas nossas clínicas
uma média de 50 mil novas pacientes todos os meses.
Tá bom pra você aí, não?
Fechando então o nosso passeio,
aqui direto da Ilha de Comandatuba,
estão acompanhando com a gente, então,
essa é a sétima edição da Convenção ABF do Franchise,
passamos durante quatro dias conversando com pessoas muito legais,
com histórias de vida importantes,
que são inspiradores para todos,
e que vocês acompanharam conosco,
não poderia faltar,
Expedito Arena, já um amigo de muitos anos,
enfim, quem acompanha nosso programa na CBN,
já o conhece, pelo menos a voz,
sabe das dicas todas,
porque ele é o grande comandante da Casa do Construtor,
que começou também despretentiosamente,
perto do que virou, né?
Certo, era uma casa do Construtor,
ela é fruto de um sonho meu,
e do autino cristofolético,
meu parceiro, engenheiro,
nós tínhamos a ideia de montar
um depósito de material de condição
e locação de equipamentos.
Principalmente o depósito, né?
Depois a gente viu que a locação
era uma coisa que tinha mais a ver com a gente,
a gente tinha mais campo e o Brasil,
isso nós vamos fazer 25 anos agora,
ano que vem, então,
a gente viu que era um mercado
que a gente tinha mais chance de caminhar nisso,
porque o Brasil até então
não tinha nenhuma empresa
dedicada a alocar equipamentos
para pequenas obras,
para as pessoas comuns,
então esse foi o nosso foco,
nós quisemos ser um facilitador
da locação de equipamentos no Brasil,
e um divulgador do conceito de alocar,
em vez de comprar, você aluga,
que hoje está muito na moda,
que é a questão do compartilhamento,
então a gente pode dizer que a gente foi
um pouco precursor
dessa ideia do compartilhamento,
você não precisa de um compactador o ano inteiro,
você precisa de um mês, 15 dias,
então você aluga,
você não precisa de uma betoneira o ano inteiro,
você precisa de um dia, dois, um mês,
um período X, um período X,
você aluga, e é óbvio que fica mais barato,
você não precisa
aguardar esse produto,
não tem preocupação com a manutenção,
não tem que investir um capital alto,
quando você investe...
Para poder usar também facilita,
que tem um treinamento?
Você tem sempre produto bem cuidado,
porque o produto é revisado
pelos mecânicos da empresa,
então vamos dizer assim,
é tudo de bom, né?
E começou lá em Rio Claro,
que é uma doenciosa, mas hoje, hoje, hoje,
quantas unidades do Brasil?
São 260 lojas hoje,
são franqueadas,
então nós estamos no Brasil inteiro,
só não temos um amapai no Acre,
então vamos dizer assim...
Vamos resolver isso?
Vamos resolver isso, nós estamos
em busca de parceiros aí,
eu sei que seu programa é visto também
pela internet,
vai longe, vai longe,
aí quem sabe a gente também abre
e vai no Acre.
Ah, vamos conseguir, vamos conseguir.
E eu estava vendo alguns números,
principalmente na casa do construtor,
que mostram que nos últimos
três meses
foram recordes de faturamento.
A crise está aí,
apresentada a todos,
mas a casa do construtor,
depois de muito que se plantou,
está colhendo os frutos.
É, na verdade, isso é um assunto assim,
que a gente vem fazendo um trabalho
muito forte,
desde 2010 a gente
vem fazendo um trabalho muito forte,
e você sabe, ninguém
cole aquilo que não plantou.
Então a gente vem fazendo
esse trabalho muito sério,
e nos últimos três meses a gente
tem colhido isso de que forma.
A gente percebeu que a gente tem
atingido um número
maior de contratos,
e mesmo com tick de médio menor,
a gente conseguiu um aumento
não era
dois dígitos, como nós estavamos acostumados,
mas numa época de Vaca Maraga,
como a gente está vivendo hoje,
qualquer faturamento
positivo já é muito
importante.
Quando o nosso mercado,
os nossos pares de mercado, foram
para trás 50, 60, até 70%
para trás,
nós mantivemos o nosso faturamento
e ainda com um pouquinho de crescimento.
Então nós estamos super felizes
esse ano. É legal porque você tem
um volume maior de pessoas
conhecendo o trabalho de vocês, tem isso.
E isso, que é um pouco
do nosso propósito inicial,
que era, vamos dizer, disseminar
o conceito da locação.
Para que eu preciso comprar uma escada?
Você não tem coisa mais
inconveniente do que uma escada.
Está chovendo, você está
com a calha entupida, poxone que
você vai arranjar uma escada.
Você liga, aluga uma escada, resolve
o seu problema e em seguida
você quer se livrar daquela escada
porque é um trambôlico, você vai
guardar onde. Então esse é o nosso
serviço, ser um facilitador
é resolver o seu problema e
deixar você feliz.
Isso é o conceito da locação.
Quer saber mais sobre a casa do
construtor? O acha que está importante?
www.casadoconstrutor.com.br
Fácil.
Nós estamos lá, nós temos
canais, tem uns 0800 que
você pode ligar, então
é muito fácil, se tiver dúvida
a casa do construtor tem um viés
muito voltada também, a questão da
segurança do trabalho, a gente
promove palestras e isso é
muito importante, se você tem dúvida
de como utilizar um equipamento.
Formar os profissionais? Formar profissionais.
Nós temos vídeos educativos
de como você utiliza um compactador,
uma betoneira, quais
os cuidados que você tem que ter
com cada um desses equipamentos.
Nós temos uma universidade hoje
que é a única universidade
corporativa
na formação de
profissionais para o mercado.
Então todo
franqueado da casa do construtor
antes de iniciar o trabalho
ele passa por um treinamento,
ele recebe um treinamento para
dar um atendimento nota 10
para o
cliente final.
E se um dia você for na casa do construtor
e não tiver contente com o atendimento
entra também no site, bota lá
a sua reclamação que a gente
vai tentar resolver. Os nossos
franqueados, os nossos colaboradores
são treinados para dar o melhor
de si em cada locação.
E aí se não der.
Momentos finais
aqui direto da Bahia,
Expedito Arena, boa sorte.
Aliás, você que quer empreender, enfim,
é legal, hein. Momentos finais.
E aí
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Jaguarina, reunindo no mesmo palco, três dos maiores nomes da genuína música sertaneja,
Almir Satter, Renato Teixeira e Sérgio Reis.
Esse grande show vai acontecer dia 16 de dezembro, fazendo uma emocionante reeleitura
dos principais clássicos que marcaram suas carreiras e a vida de milhares de pessoas.
Imperdível.
Informações?
LedeAventus.com.br E para curtir informações e novidades sobre tudo que rola de melhor
em campinas e região, é muito fácil.
Basta pintar no nosso portal oficial, anota aí.
GustavoFrizon.com.br
Muito bem, chegamos ao final de mais uma edição aqui do circuito fechado.
Obrigado mais uma vez pela audiência e a companhia de sempre, lembrando claro que além
da edição de hoje você já sabe, todo o conteúdo do nosso programa está sempre disponível
em nosso portal oficial, já anotem aí circuitofechado.com.br ou então nas plataformas digitais
no YouTube, no Vimeo e também no Facebook.
Passa lá que vocês vão gostar.
Valeu, até a semana que vem.
Tchau, tchau, tchau.
Programa circuito fechado, oferecimento, Unifiza Consórcio Nacional, especialista em consórcio.
Você quer, você pode, você conquista.
